Foi amor à primeira vista. Conhecer a Capital Catarinense das Nascentes em meados do ano 2000 foi descobrir um paraíso. Gosto de cidades pequenas. Morei por mais de dez anos numa pequena cidade do interior de S. Paulo. E morava em S. José dos Campos quando conheci a cidade de Alfredo Wagner, aqui na Serra Catarinense. Sair de uma cidade de 750 mil habitantes para uma que não tem nem 10 mil foi uma terapia. Numa cidade grande a natureza luta para sobreviver. Passaros, plantas, insetos, lutam por um lugarzinho ao sol. Aqui não. A natureza exuberante circunda a praça, as casas, e cobre os morros e peraus. O desmatamento nos anos 40, 50 foi terrível, contudo as matas lenta e silenciosamente foram se recuperando e retomaram seus lugares. Alguns lugares ainda guardam matas nativas e estão se transformando em Reservas Naturais recebendo incentivo financeiro para a manutenção das florestas.

E o povo? Tem seus problemas, é claro, mas guarda muitas tradições, muitos encantos e dá mostras de ter uma vitalidade cada vez maior. Povo amante da música, da boa gastronomia, de festas e bailes. Quase todo fim de semana tem um baile em alguma comunidade. Cinco corais cantam e encantam nosso povo, são eles: o Coral Municipal de Alfredo Wagner, o Coral Infanto Juvenil da Escola Balcino Matias Wagner (ligado ao Coral Municipal) o Coral Sancta Tereza da Catuíra, o Coral Evangélico e o mais recente coral formado na comunidade do Rio Engano.

Sair de casa em direção ao trabalho é um momento gratificante, pois os conhecidos se cumprimentam desejando um “bom dia” ou um rápido “olá” e os amigos sempre param para contar as novidades e notícias de última hora.

Foi por estas e outras razões que amei esta cidade à primeira vista!

 

 

Posted in Sem categoria

Deixe um comentário sobre a notícia!