baby-jesus-with-mary-and-joseph-black-white-stylizedO período natalino é uma época cheia de recordações e de muita saudade. Penso que não apenas para mim, mas para muita gente. Quantas recordações esta época nos trás! Lembro-me dos meus tempos de criança, com meu pai, indo na Missa a meia-noite (naquela época era a meia-noite mesmo!). A cidade iluminada com uma luz fraca, as ruas vazias e as igrejas cheias! A gente sentia a atmosfera de natal. Não havia este consumismo desordenado e materialista.
Há uma tristeza dentro da alegria de Natal e é justamente a ausência daqueles que gostaríamos de ter presentes neste momento. Um pai, uma mãe, um amigo, um irmão ou irmã, alguém que sempre passava conosco no Natal e que por circunstâncias adversas já não está entre nós.
Essa tristeza é boa. Ela acrescenta às festividades natalinas a nota de espiritualidade que hoje em dia falta tanto entre os homens.
Lembro-me também, já aqui em Alfredo Wagner, do Maestro José Acácio Santana e das apresentações Natalinas que ele realizava. Eram emocionantes. Ele dizia, com razão, que todos nós temos nosso Natal, assim como o Natal de Jesus. E convidava a todos a se esforçar por recordar como fora o seu natal, perguntando aos pais, avós, etc.
Por que? Porque, de alguma forma participamos do Natal do Salvador. Somos filhos de Deus e Herdeiros do Céu, logo, somos irmãos de Jesus Cristo.
E nossa vida, tem sido consequência deste Natal ou pelo meio do caminho nos desviamos e caímos em tropeços e percalços? É tão fácil o orgulho se enganar achando que está fazendo grande coisa e na realidade os passos são errados e nos levam a armadilhas.
Pensemos nisso. O seu natal, o meu natal é lindo e inocente como o de Jesus? E nossa vida?

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