O verdadeiro Che Guevara
por Humberto Fontova, terça-feira, 31 de março de 2009
N. do T.: Todas as informações e citações deste artigo podem ser encontradas em detalhes no livro do autor: O Verdadeiro Che Guevara e os Idiotas Úteis que o Idolatram. Pedimos que o leitor tenha isto em mente antes de nos enviar qualquer ofensa ou simplesmente postar comentários dizendo coisas vazias e sem substância como "não concordo com o autor".

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Há quase 42 anos, Ernesto "Che" Guevara recebeu uma grande dose de seu próprio remédio. Sem qualquer julgamento, ele foi declarado um assassino, posto contra um paredão e fuzilado. Historicamente falando, a justiça raramente foi tão bem feita. Se o ditado "tudo o que vai, volta" expressa bem uma situação, é esta.

"Execuções?", gritou Che Guevara enquanto discursava na glorificada Assembléia Geral da ONU, em 9 de dezembro de 1964. "É claro que executamos!", declarou o ungido, gerando aplausos entusiasmados daquele venerável órgão. "E continuaremos executando enquanto for necessário! Essa é uma guerra de morte contra os inimigos da revolução!"

De acordo com O Livro Negro do Comunismo, escrito por estudiosos franceses de esquerda (ou seja, dificilmente uma mera publicação "direitista" ou de "fanáticos anticastristas de Miami"), ocorreram 14.000 execuções por fuzilamento em Cuba até o final de década de 1960. (Slobodan Milosevic, não custa lembrar, foi a julgamento por ter ordenado 8.000 execuções. A mesma ONU que aplaudiu delirantemente a orgulhosa declaração de Che Guevara condenou Milosevic por "genocídio").

Leia o artigo completo em: http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=260

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