“Catolicismo”, Maio de 1997, N° 557, Ano XLVII, pag. 36 por Plínio Corrêa de Oliveira

Dona Lucilia Ribeiro dos Santos Corrêa de Oliveira, tendo aos braços seu filho Plinio
Dona Lucilia Ribeiro dos Santos Corrêa de Oliveira, tendo aos braços seu filho Plinio autor do artigo

A palavra família indica uma pluralidade de pessoas. Mas há outra palavra, de especial significado, que indica uma só pessoa: mãe.

Mãe é a quintessência da família, porque é a quintessência do amor, a quintessência do afeto; e, nessas condições, a quintessência da bondade e da misericórdia.

Assim, a alma da criança em contato com a mãe começa a compreender o que é a bondade que não se cansa, o que é a graça, o favor, o amor que não se exaure. E também aquela forma de afeto que inclina a mãe a jamais achar tedioso estar com o filho. Carregar seu filho nos braços, brincar com ele, soltá-lo no chão, vê-lo correr de um lado para outro, ser importunada por ele incontáveis vezes durante o dia com perguntinhas, com brinquedinhos. Para a boa mãe, nisto consiste a alegria da vida.

Se alguém, no começo de sua existência, percebe o que é a alegria de ter uma boa mãe, compreende que a vida na Terra pode ser muito difícil; mas, enquanto conservar a recordação de sua mãe, guardará a lembrança paradisíaca da sua infância.

Retendo essa recordação, a pessoa mantém a esperança do Paraíso Celeste, onde a boa Mãe vai nos receber. E assim compreendemos tudo quanto representa Nossa Senhora Auxiliadora para nós.

Imagem de Nossa Senhora Auxiliadora (igreja do Sagrado Coração de Jesus, na capital paulista)
Imagem de Nossa Senhora Auxiliadora (igreja do Sagrado Coração de Jesus, na capital paulista)

Nota da redação: Excertos da conferência proferida pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira para sócios e cooperadores da TFP em 24 de maio de 1995. Sem revisão do autor.

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