O Jornal Alfredo Wagner começa hoje a publicação de fotografias antigas de arquivos diversos. Na medida do possível informaremos a fonte. Queremos registrar aqui o agradecimento a Juliano Norberto Wagner que na época em que exerceu o cargo de Vice-Prefeito digitalizou o Arquivo Fotográfico Municipal. A maioria das primeiras fotos adicionadas nesta galeria provem deste arquivo. Este arquivo digital poderá ser acrescentado de novas fotografias vindas de outras fontes e você poderá contribuir com o mesmo enviando suas fotos antigas para memoria@jornalaw.com.br com informações sobre as mesmas.

Hemeroteca Digital Brasileira

Redator : setembro 12, 2017 2:58 pm : História, Memória

Você sabia que pode pesquisar os periódicos (jornais e revistas) no acervo da Hemeroteca Digital Brasileira? Um grande trabalho de digitalização tem sido feito para disponibilizar to acervo de grandes bibliotecas brasileiras.

Aqui você busca por palavras-chave nos conteúdos dos periódicos. Se estiver buscando outro tipo de publicação, encontre no Acervo Digital.

A Fundação Biblioteca Nacional oferece aos seus usuários a HEMEROTECA DIGITAL BRASILEIRA, portal de periódicos nacionais que proporciona ampla consulta, pela internet, ao seu acervo de periódicos – jornais, revistas, anuários, boletins etc. – e de publicações seriadas.

Na HEMEROTECA DIGITAL BRASILEIRA pesquisadores de qualquer parte do mundo passam a ter acesso, inteiramente livre e sem qualquer ônus, a títulos que incluem desde os primeiros jornais criados no país – como o Correio Braziliense e a Gazeta do Rio de Janeiro, ambos fundados em 1808 – a jornais extintos no século XX, como o Diário Carioca e Correio da Manhã, ou que não circulam mais na forma impressa, caso do Jornal do Brasil.

Entre as publicações mais antigas e mesmo raras do século XIX estão, por exemplo, O Espelho, Reverbero Constitucional Fluminense, O Jornal das Senhoras, O Homem de Cor, Marmota Fluminense, Semana Illustrada, A Vida Fluminense, O Mosquito, A República, Gazeta de Notícias, Revista Illustrada, O Besouro, O Abolicionista, Correio de S. Paulo, Correio do Povo, O Paiz, Diário de Notícias, e também os primeiros jornais das províncias do Império.

Quanto ao século XX, podem ser consultados revistas de grande importância como Careta, O Malho, O Gato, Revista da Semana, Klaxon, Revista Verde, Diretrizes e jornais que marcaram fortemente a história da imprensa no Brasil, como A Noite, Correio Paulistano, A Manha, A Manhã e Última Hora.

Periódicos de instituições científicas também compõem um segmento especial do acervo já disponível. São alguns deles os Annaes da Escola de Minas de Ouro Preto, O Progresso Médico, a Revista Médica Brasileira, os Annaes de Medicina Brasiliense, o Boletim da Sociedade de Geografia do Rio de Janeiro, a Revista do Instituto Polytechnico Brasileiro, a Rodriguesia: revista do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o Jornal do Agricultor, entre muitos outros. O pesquisador pode consultar também outras modalidades de publicação, como o Boletim da Illustríssima Câmara Municipal da Corte, os Relatórios dos Presidentes das Províncias (no Império) o Boletim do Museu Paraense de História Natural e Ethnographia, a Revista do Archivo Público Mineiro, a Gazeta dos Tribunaes: dos juízes e factos judiciaes, do foro e da jurisprudência (Rio de Janeiro) etc.

A consulta, possível a partir de qualquer aparelho conectado à internet, é plena e avançada. Pode ser realizada por título, período, edição, local de publicação e palavra(s). A busca por palavras é possível devido à utilização da tecnologia de Reconhecimento Ótico de Caracteres (Optical Character Recognition – OCR), que proporciona aos pesquisadores maior alcance na pesquisa textual em periódicos. Outra vantagem do portal é que o usuário pode também imprimir em casa as páginas desejadas.

Além da chancela do MINISTÉRIO DA CULTURA, a HEMEROTECA DIGITAL BRASILEIRA é reconhecida pelo MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA e tem o apoio financeiro da FINANCIADORA DE ESTUDOS E PROJETOS – FINEP, o que tornou possível a compra dos equipamentos necessários e a contratação de pessoal para a sua operação.

A Hemeroteca Digital foi criada em 2009, a partir de um projeto apoiado pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). A ideia inicial era digitalizar apenas periódicos já em domínio público, mas o escopo acabou sendo ampliado. “Fomos procurados por proprietários de jornais, como o Jornal do Brasil, autorizando a digitalização. Depois vieram os proprietários dos Diários Associados, que incluem o Jornal do Commercio, Diário de Pernambuco e a famosa revista O Cruzeiro. Desde então, passamos a digitalizar também periódicos atuais. Não temos o direito patrimonial, mas podemos divulgar em nosso portal”, explica Angela.

Para pesquisar na Hemeroteca Digital, basta digitar ou escolher o nome do periódico, escolher o período e o que se quer encontrar. Uma das grandes vantagens da pesquisa no acervo é que não é preciso procurar página por página do jornal ou revista para encontrar a informação pesquisada. “Nossa indexação é por palavra. Isso facilita muito a recuperação da informação na vastidão do material”, frisa a coordenadora.

De acordo com a coordenadora da Biblioteca Nacional Digital, Angela Bettencourt, a instituição cumpre com seu papel de preservar e divulgar a informação. “Projetos como a Hemeroteca Digital são importantíssimos para os brasileiros. Iniciativas como essa atingem também o público em geral, não apenas pesquisadores, tornando-se fundamentais para democratizar o acesso aos bens culturais”, ressalta.

Para Angela, a Biblioteca Nacional acompanha os novos tempos com projetos como a Hemeroteca Digital. “A Biblioteca Nacional dita as normas para catalogação de livros, o material analógico, podemos dizer. E também marcamos presença no mundo digital. Atualmente, a instituição é a maior biblioteca digital do País e estamos ensinando às outras como fazer, que padrões seguir. Isso vai nos ajudar a cooperar no futuro, quem sabe nos transformando em um verdadeiro Google da cultura”, destaca.

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O Padre que visitou Alfredo Wagner

Redator : agosto 31, 2017 1:45 pm : História, Memória

Muitos sacerdotes e bispos passaram por estas terras alfredenses e todos acrescentaram algo de bom nos anais da nossa história. Muitos foram esquecidos, como o padre xará da nossa cidade. Todos estes sacerdotes, de alguma forma, foram representados na figura do Frei, um dos personagens do livro recentemente publicado por Carol Pereira, “As aventuras de Eva Schnider” que comentei em artigo recente: http://jornalaw.com.br/2017/08/13/espero-que-vivas-muitas-aventuras-ao-lado-de-eva/

Hoje vamos falar de um sacerdote em especial. Estou me referindo ao Pe. João Alfredo Rohr, (1908-1984), jesuíta, arqueólogo, considerado com toda justiça o “Pai da Arqueologia Catarinense”. Sua vida religiosa, profissional e intelectual foi atuante, tendo produzido e deixado muitos frutos.

Uma de suas obras “0 Sitio Arqueológico de Alfredo Wagner, SC” publicado na revista Pesquisas 1967 relata o trabalho desenvolvido no município nas pesquisas arqueológicas pelo Pe. João Alfredo Rohr e sua equipe. O texto da revista não está disponível na internet, assim que tivermos acesso ao exemplar da obra, aqui publicaremos um artigo completo.

Mas, quem foi o Pe. Rohr? Passo a palavra ao site http://www.anchietano.unisinos.br/equipe/Rohr/rohr.htm que publicou sua biografia:

Pe. João Alfredo Rohr, SJ
Pe. João Alfredo Rohr, SJ

Padre João Alfredo Rohr, S.J 18/09/1908  21/07/1984.

Gaúcho, natural do Município de Arroio do Meio, filho de agricultores em uma família religiosa,

Sua formação se realizou em seminários do Rio Grande do Sul: o ginásio em Pareci Novo e São Leopoldo (1921-1926), o noviciado (1927-1928) e Estudos Humanísticos (1929) em Pareci Novo, Filosofia (1930-1932) e Teologia (1937-1940) novamente em São Leopoldo, e mais um ano (1941) em Pareci Novo.

Entre a Filosofia e a Teologia (1933-1936), fez suas primeiras experiências como educador no mesmo seminário menor em que ele estudara, em São Leopoldo, dando aulas de Aritmética, Italiano e História Natural e respondendo pelo Museu do Seminário, que reunia amostras do reino mineral, vegetal, animal e humano. O futuro estava-se delineando e o museu nunca mais sairia de sua vida.

Nenhum estágio ou curso foi realizado fora dessas instituições jesuíticas, dotadas de professores de origem alemã e italiana, com filosofia educacional moldada por tradicionais padrões europeus. Delas saíam personalidades com sólida formação geral, capazes de se engajar em qualquer uma das obras que a Companhia de Jesus mantinha na cidade e no campo.

Durante estes anos, João Alfredo avançou também na carreira religiosa: em 1927 tornara-se jesuíta, em 1929 fez seus primeiros votos religiosos, em 1939 se ordenou sacerdote, em 1941 completou a formação. No ano seguinte, com 33 anos, foi destinado ao Colégio Catarinense, onde viveu e trabalhou 42 anos, até a sua morte em 1984.

O colégio era, naquele tempo, uma comunidade educacional, na qual conviviam, debaixo do mesmo teto, 24 horas do dia, 7 dias da semana, o ano inteiro, educadores, educandos e auxiliares de educação e administração. As atividades abrangiam horas de aula, de estudo, de vivência religiosa, de lazer e de experimentação. P. João Alfredo participou nessa comunidade em todas as posições requeridas: como professor, como regente de classe e de divisão, como administrador, como assistente religioso e confessor, como criador de cultura e pesquisador, até como transportador. Esta era uma comunidade fundamentalmente masculina, onde a disciplina, mais que a amizade e a liberdade, eram a característica básica. Era uma comunidade implantada na cidade, à qual servia, e por isso suas atividades refluíam naturalmente para grande parte da população circundante.

Uma das tarefas que foram atribuídas ao P. João Alfredo nesta comunidade foi o ensino, que se estendeu de 1942 a 1964, abrangendo as matérias de Física, Química e História Natural, preparadas sempre com muita seriedade. Ele escreve: “Durante 17 anos jamais levei um livro de texto para a aula, mas dei todas as aulas de Química, Física e Ciências Naturais de cor.” E aqui, outra vez, aparece o Museu.

Escavação Ilha dos Rosas, Antonina/Paraná. Com Annette Laming-Emperaire, Pe. Rohr e Ana Maria Beck, 1966. Foto Kozak - Arquivo Pe. Schmitz.
Escavação Ilha dos Rosas, Antonina/Paraná. Com Annette Laming-Emperaire, Pe. Rohr e Ana Maria Beck, 1966. Foto Kozak – Arquivo Pe. Schmitz.

Depois de 22 anos de magistério, as aulas lhe foram retiradas, por um equívoco. O grande sofrimento conseqüente não o fez parar, nem pedir transferência para outra comunidade, mas investir as suas forças na pesquisa, que o tornou famoso em todo o Brasil e muito além de suas fronteiras. Hoje, pode-se dizer, sem medo, que ele foi o arqueólogo que mais escavou no Brasil e cujos trabalhos foram lidos e apreciados por maior número de pessoas, arqueólogos e, especialmente, por não-arqueólogos.

Com as grandes escavações ganhou novo destaque o museu. Este tinha começado como uma reunião variada de materiais curiosos, como eram, então, os grandes museus do mundo. Em 1954 o museu teve o acréscimo de um setor de etnologia, com materiais dos índios Botocudos de Santa Catarina. Em 1955 foi acrescido um orquidário, que foi uma das ocupações preferidas de P. Rohr. Logo cresceu o material arqueológico com o trabalho de campo e aquisição de coleções e a instituição passou a se chamar “Museu do Homem Americano” (1963), nome substituído, em 1965, por “Museu do Homem do Sambaqui”, que finalmente teve o acréscimo de “Padre João Alfredo Rohr, S.J.” Quando não estava no campo, ele vivia numa antiga casa, limpando, etiquetando, restaurando e estudando o material. Ali tinha sua cama; ali morreu depois de entregar seu último texto para ser publicado pela Universidade Federal de Santa Catarina e pedir ao jovem que o ajudava no museu que apagasse a luz.

O museu mantém, parcialmente, as características de seu crescimento e se compõe, hoje, de um setor de arqueologia, no qual estão expostos materiais de suas pesquisas; de material etnográfico dos Botocudos; de animais empalhados, conchas e fósseis; de uma amostra mineralógica; de uma coleção de moedas e de um pequeno conjunto de vestes e objetos litúrgicos em uso até a década de 1960. Como em qualquer outra instituição do gênero, a maior parte dos materiais encontra-se guardada na “reserva técnica”, na qual se revezam pesquisadores de várias instituições, estudando especialmente a grande coleção de esqueletos humanos.

Depois de ser liberado das aulas, P. Rohr passava meses escavando, todos os anos. Para ficar próximo do sítio arqueológico alugava uma casa, onde vivia com seus ajudantes, que geralmente eram alguns alunos da Faculdade de Arqueologia da Universidade Estácio de Sá, do Rio de Janeiro; raramente uma mulher. A rotina diária não mudava: dormia cedo, levantava com o canto do galo para rezar, depois envergava o macacão cinza com mangas, amarrava o lenço ao pescoço, calçava as botas gaúchas e cobria a cabeça com um capacete de explorador. Ele mesmo fazia a escavação, anotava, desenhava e fotografava o material e o recolhia com muito cuidado. Seu maior cuidado eram os esqueletos humanos; muitos ele cimentava para levá-los inteiros ao museu. Embora se ocupasse muito seriamente com a localização e proteção de todos os sítios arqueológicos do Estado de Santa Catarina, sua preocupação principal eram os esqueletos. Por isso, quando em algum sambaqui se anunciava o aparecimento de esqueletos, ele se dirigia para lá e se possível instalava uma escavação. No salvamento de esqueletos e sítios arqueológicos mais de uma vez foi ameaçado de morte. Ele mesmo preparava as refeições para si e para seus ajudantes; elas consistiam de um cozido em que ele misturava, na mesma panela, elementos muito variados.

Pântano do Sul (Ilha de Santa Catarina - SC) Arquivo Pe. Rohr.
Pântano do Sul (Ilha de Santa Catarina – SC) Arquivo Pe. Rohr.

Se perguntarmos como ele sustentava a sua pesquisa e o jeep com que se movimentava por todo o estado de Santa Catarina, teremos como resposta que, por um lado, ele era muito econômico e, por outro, que o CNPq (Conselho Nacional de Pesquisas) lhe mantinha uma bolsa de chefe de pesquisa, que não rendia grande coisa, mas atendia a todas as necessidades básicas.

Não toda a sua vida era arqueologia. Com apenas quatro anos na instituição, P. João Alfredo foi nomeado Reitor da Comunidade e Diretor do Colégio Catarinense, cargos que ocupou durante seis anos. A comunidade se compunha, então, de 12 padres, 6 estudantes jesuítas, 9 irmãos coadjutores e 14 professores leigos. Os alunos eram apenas 566, dos quais 108 eram internos e 458 externos, distribuídos entre o curso preparatório (52), o ginasial (405) e o colegial (112). As construções eram consideravelmente inadequadas para um atendimento adequado, o que levou o P. João Alfredo a duplicá-las, construindo uma nova ala e aumentando o piso existente, criando, com isso, a fachada que caracteriza o colégio até hoje. Nesse tempo ele foi Presidente do Sindicato de Estabelecimentos de Ensino Primário e Secundário de Santa Catarina (?).

Há outro fato notável na vida de Rohr como administrador. Buscando um espaço adequado para retiros, encontros, cursos da comunidade educacional e da população em geral, ele comprou o Morro das Pedras, junto à Lagoa do Peri, no Sul da Ilha, onde construiu, sobranceira ao mar, a Vila Fátima. Conta a lenda que, como o proprietário não queria vender o terreno para os padres, João Alfredo se apresentou como um gaúcho interessado na posse de uma chácara. E comprou.

O colégio tinha uma chácara, fora de Florianópolis, na qual viviam dois irmãos jesuítas, que abasteciam a residência e o colégio com artigos de primeira necessidade. Todas as manhãs bem cedo, durante décadas, P. Rohr se dirigiu para lá, de caminhão, para rezar missa, levar mantimentos e trazer o leite para a casa.

Desde anos a Comunidade atendia os pobres da cidade no portão do Colégio, dando-lhes feijão, arroz e pão. Com a morte do fundador, João Alfredo assumiu este atendimento.

Também sua atividade pastoral com a população da Ilha não era pequena. De 1942 a 1943 foi capelão do Orfanato, que ficava próximo do colégio; de 1943 a 1947 era capelão da Chácara do Puríssimo Coração (irmãs ?); durante quase quarenta anos deu catequese e dirigiu a Congregação Mariana no povoado de Córrego Grande, que, em vida, queria colocar o seu nome na escola local. Por muitos anos também foi assistente espiritual da Congregação Mariana da Escola Industrial, que se reunía todas as sextas-feiras na capela do Colégio. Mesmo quando ficava mais tempo em trabalhos arqueológicos, não esquecia seus compromissos pastorais.

P. João Alfredo Rohr era um jesuíta do seu tempo, no limiar de um tempo novo.

Do seu tempo: Levava vida retraída, não escutando rádio, nem assistindo sessões cinematográficas ou musicais. Tampouco perdia tempo com longas conversações. Assim ganhava tempo para o estudo e o recolhimento (são palavras suas). Contava apenas com a formação comum de todo jesuíta, em Humanidades, Filosofia e Teologia, sem nenhum diploma universitário para o trabalho que mais o destacou, a Arqueologia. Como ele havia, então, nos colégios, diversos outros jesuítas que se distinguiram por seus estudos na Botânica, na Biologia, na Geografia, na Química, na Física, na Astronomia, além dos campos das Ciências Humanas. Antes que se multiplicassem as universidades, os colégios da ordem eram verdadeiros centros de Cultura e seu desenvolvimento e consolidação não dava muitas folgas a seus membros para pensar em cargos universitários. Também havia todo o atendimento cultural, espiritual e humanitário à comunidade. Na divulgação de suas pesquisas Rohr dedicava mais tempo à divulgação popular do que à composição de áridos trabalhos científicos. Com isso a repercussão popular era muito grande e o levou a membro do Conselho Estadual de Cultura.

No limiar de um tempo novo: Para fundamentar suas pesquisas ele acompanhou todos os cursos e estágios que pesquisadores estrangeiros vinham oferecer no Brasil e se fez amigo deles na busca de recursos financeiros. Ele incorporou em sua pequena equipe de campo alunos do único curso de arqueologia que se implantava no Brasil, buscando transmitir-lhes seu conhecimento. Ele participava dos simpósios anuais que diversas instituições começavam a promover no Sul e Sudeste do Brasil. Mas ele não se candidatou como membro da Sociedade de Arqueologia Brasileira, fundada em 1980, que era a modernidade, sendo então proclamado sócio honorário, em reconhecimento a seu trabalho. Esta sociedade oferece em cada reunião bianual o Prêmio Padre João Alfredo Rohr a um arqueólogo, que se tenha destacado na pesquisa e proteção de sítios arqueológicos brasileiros.

Sua atividade constante de educador, professor, administrador, sacerdote, homem de ciência e cultura deixou uma larga esteira no coração de centenas de milhares de pessoas que o conheceram pessoalmente ou através de seus numerosos e bem feitos escritos.

Mais informações sobre sua vida e obra podem ser encontradas na Revista Pesquisas, Antropologia, nº 40.

 

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“Espero que vivas muitas aventuras ao lado de Eva!”

Redator : agosto 13, 2017 12:08 am : Belezas de Alfredo Wagner/SC, Cultura, História, Memória, notícia

É impossível não gostar da pequena Eva personagem principal do livro de Carol Pereira: “As aventuras de Eva Schneider” lançado recentemente no I Festival de Inverno de Alfredo Wagner.

A pequena é aventureira, corajosa, inteligente, destemida… lembrou alguém?? Sim, a autora se retrata e transmite seu espirito aventureiro pelas páginas do livro.

A primeira aventura a leva conhecer o “Terrível Martinho Bugreiro”.

Este personagem da nossa história, meio bugre, cujos pais foram mortos pelos índios quando ele ainda era pequeno, nutria um ódio mortal pela etnia xokleng. Ele foi contratado pelo governo Republicano para dizimar com o povo indígena. Como era meio bugre, ele conhecia todos os hábitos e costumes dos índios e sabia como agir. O povo indígena que habitava a Serra Catarinense e o Planalto Serrano tinha origem em uma guerra fratricida. Há muitos anos atrás três ramos sobreviviam por estas terras. Um deles mudou-se para o Rio Grande do Sul e muitos séculos depois se miscigenou com os portugueses. Os dois ramos que permaneceram, um ficou na região de Lages e outro foi para a região de Blumenau. Num determinado momento da história destes povos, os índios da região lageana emboscaram os que moravam mais próximos do litoral matando, sem piedade, todos os homens da grande tribo, levando com eles as mulheres e as crianças. Talvez conhecedor deste fato, não sabemos, mas o que se sabe é que Martinho Bugreiro agia da mesma forma. Matava os índios, deixando as mulheres e suas crianças. Seu modo de agir era em tudo semelhante aos indígenas. Acompanhavam a presa sem que a mesma tomasse conhecimento que era seguida. Deixava que adormecessem… então atacava. Um de seus homens, certa vez, abusou de uma índia. Segundo contam, o próprio Martinho Bugreiro executou a sentença de morte após julgamento sumário.

Isto que eu contei não está no livro da Carol Pereira… não, eu não iria estragar o seu prazer em ler o primeiro capítulo.

O segundo capítulo fala do tesouro escondido no Campo dos Padres. Essa região, da qual Alfredo Wagner faz parte, é uma enorme extensão com as maiores altitudes da Serra Geral no Sul. Em algum lugar destas montanhas altaneiras, quando fugitivos do governo do Marques de Pombal, os Jesuítas esconderam (diz a lenda) um tesouro… e uma das aventura da Carol (digo Eva Schneider…) foi descobrir onde estava enterrado. Uma aventura que me fez pensar… será que alguma coisa não era realidade?

O terceiro capítulo desta emocionante aventura, tem um dedinho meu… No desenho que abre o capítulo (e na capa do livro também), aparece a figura de um soldado da década de 1850. Pintei digitalmente este desenho, utilizando outro feito a bico de pena que encontrei na internet. O Soldadinho é o nosso Santo. Ele tem uma história muito triste que é contada de geração em geração, mas se desconhece o seu verdadeiro nome, origem e família. Numa noite gelada, contam os antigos, um pelotão fugido de Desterro se encontravam na Estrada das Demoras, perto da Colônia Militar Santa Thereza, quando a nevasca aumentou. Um soldado, já doente, foi ficando para trás. Quando os seus companheiros chegaram no destino notaram que ele não estava junto deles. Voltaram até uma certa altura, mas era tanta neve que tiveram que desistir das buscas. No dia seguinte, encontraram o soldadinho morto congelado, tentando acender um maço de palha para se aquecer. Ali mesmo o enterraram e começaram as peregrinações ao túmulo que foi sendo, ao longo do tempo, reformado e melhorado. O local conhecido como Soldadinho, já foi mais visitado, até que um padre, disse que o corpo do soldado não estava mais lá, que tinha sido levado pelos familiares. De onde ele tirou essa informação, nunca disse. O certo é que após este dia os devotos foram escasseando. Hoje ainda vai gente lá rezar e pedir as graças ao Soldadinho.

Não vou analisar cada capítulo, não… mas convido o leitor a conhecer:

  • O presente da Imperatriz
  • O amigo Katze
  • Quebra Dentes e a lenda do tesouro inca
  • Lembranças de uma tarde chuvosa
  • O reencontro
  • A cobra e a bruxa
  • A erva rejeitada por Deus
  • Eterna em seu coração
  • O enigma da ponte
  • Der geburtstag, ostern e o Nego Tony
  • Retorno às raizes
  • Antes do presente
  • O mistério da bica-d´água
  • Lar é onde estou com vocês
  • A casa mal-assombrada
  • As bruxas da Ilha de Santa Catarina
  • O final do segredo
  • A arca de Tutankâmon – I e II
  • Dou graças

Eu me encantei com os personagens e a escolha de cada um. Sabu e Ceci, preferiram morar com Tio Albert e Tia Matilda apesar de sentiram atração pela volta à vida indígena. O Frei Angelo, um verdadeiro homem de Deus. Até a papagaio bijuca é encantador.

Leia o livro! Tenho certeza que você vai gostar! Depois me diz se eu não tinha razão…

 

 

 

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A primeira Padroeira da Capital das Nascentes

Redator : agosto 1, 2017 1:31 pm : História, Memória

Santa Tereza Dávila, religiosa espanhola nascida em 1515, e cuja vida de ação e união com Deus fez Paulo VI a declará-la Doutora da Igreja, foi a primeira padroeira da Capital Catarinense das Nascentes em seus primórdios, quando ainda era a Colônia Militar. A reforma conduzida por Santa Tereza nos conventos da Ordem Carmelita, produziu uma renovação na Igreja Católica, anulando o paganismo criado pela revolução renascentista nos meios eclesiásticos. A América espanhola e portuguesa identificou-se com a Santa, incluindo seu nome em centenas de localidades.

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Homenagem ao Agricultor

Redator : julho 30, 2017 9:58 pm : Cultura, Memória

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Nivaldo Wesller, o Formiga

Redator : julho 28, 2017 12:07 am : Cultura, História, Memória, notícia, Política

Após uma batalha difícil e dolorosa contra o câncer, faleceu, como noticiamos, o ex-prefeito Nivaldo Wesller, mais conhecido por Formiga.

Habilidoso político, Formiga sabia manobrar os bastidores de partidos e partidários. Personalidade forte, ele impunha os rumos a seguir e era o primeiro a buscar recursos para as obras que realizava. Seu lema poderia se resumir a esta frase: só não erra quem não tenta!

Religioso, Formiga frequentava a igreja todos os domingos e sempre nos últimos bancos, entrando e saindo do templo discretamente.

Foi um homem de visão, como poucos na política. Entre suas obras, destacamos a construção de gabiões no Rio Caeté, em virtude da qual a cidade tem se livrado de enchentes, demonstrando seu tino administrativo e empreendedor.

Como homenagem a este grande prefeito, publicamos algumas fotos de momentos diversos de sua atuação pública. Formiga sabia conversar com pessoas de todas as idades, fossem elas crianças, adultos, pobres ou ricos, pessoas simples ou grandes políticos.

Destacamos na abertura deste artigo sua foto quando jovem, num baile a fantasia na antiga Barracão. Natural de Orleans, tendo vindo para cá bem jovem com seus pais, Formiga adotou Alfredo Wagner como sua terra e teve a honra de organizar a festa de cinquentenário do município.

Na edição de Setembro de 2010 do Jornal Alfredo Wagner  publicamos um apanhado das obras realizadas pela administração do Formiga, aconselhando aos futuros candidatos que se espelhassem na administração do ex-prefeito para fazer um bom governo.

 

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Os Decretos na história da Capital das Nascentes

Redator : julho 27, 2017 12:55 am : Belezas de Alfredo Wagner/SC, Cultura, História, Memória, notícia

A vida dos povos costuma se desenvolver em dois aspectos: o público (político) e o privado. Não é diferente com nosso município.

A vida particular das pessoas (envolvendo também a vida das comunidades) segue num misto de trabalho, sonhos e planejamentos. O que marca a vida de pessoas e comunidades são nascimentos, mortes, casamentos, festas, o plantio e a colheita, etc.

Já a vida política está fixada na manutenção da ordem e desenvolvimento social e econômico e suas ações são expressas através de decretos. Decretos que podem ser a nível nacional, estadual ou municipal.

Três decretos marcam a história de Alfredo Wagner, a Capital Catarinense das Nascentes e que, provavelmente, você desconhece.  Um decreto Imperial e dois Estaduais figuram na história política do município e devem ser anotados e suas datas guardadas.

O primeiro dos decretos foi redigido por ordem do Imperador Dom Pedro II. Assim relata o Presidente da Província de Santa Catarina, João José Coutinho, em sua Fala à Assembléia Legislativa, transcrito no jornal O Conservador de 12 de maio de 1854:

 

S. M o Imperador sempre solicito pelo bem estar de todos os seus subditos. Houve por bem crear por Decreto nº 1266 de 8 de Novembro do anno proximo findo uma Colonia Militar na estrada de Lages, com o duplo fim de proteger os moradores da mesma estrada, e as pessoas que por ella transitao contra as excursões dos Índios selvagens e de servir de centro, e nucleo de população.

Os primeiros soldados colonos que d´aqui partirão em numero de 19 chegarao ao trombudo, lugar escolhido para assento da Colonia, no dia 11 de janeiro último; outros tem seguido por vezes, e devem lá existirem 41 individuos entre soldados, e suas familias, acha-se tambem n´ella d´esde 8 de Fevereiro proximo findo um facultativo, e os medicamentos precisos para o tratamento dos que adoecerem.

Alem da Colonia central composta de 41 praças de pret, foi autorizado a colocar em outros pontos da mesma estrada, dois destacamentos filiaes a Colonia, composta cada um de 11 praças.

Como he do meu dever, não pouparei esforços para que essa colonia progrida, e em breve principie a prestar a Provincia os beneficios que d´ella com razão se espera.

 

 

Eis o decreto de Sua Majestade o Imperador Dom Pedro II criando a Colônia Militar Santa Thereza:

O decreto imperial é mais conhecido, visto ser o primeiro documento oficial a respeito da nossa terra. Mas além desse existem outros.

O segundo documento que resgato dos porões da história para a publicidade é a primeira menção a “Catuíra” nome que substituiu o de Colonia Militar e de Santa Thereza.

Uma nota, sugestiva, publicado pelo jornal A Notícia de Joinville, de 4 de Janeiro de 1944, alertava aos catarinenses:

VAE MANDAR A SUA CORRESPONDENCIA

Verifique primeiro a troca de nomes das cidades vilas e lugarejos

No quadro anexos do decreto-lei que fixa a divisão administrativa do Estado, publicados na edição de 21 de dezembro  do Diario Oficial, encontramos as novas denominações que couberam a vários municípios, cidades, vilas e localidades catarinenses.

São elas as seguintes: (…) Catuira (ex-Santa Tereza) no Município de Bom Retiro; (…)

 

Por fim, lembremos da Lei nº 806 de 21 de dezembro de 1961 criando o município de Alfredo Wagner:

 

 

O Deputado João Estilavet Pires Presidente da Assembléia Legislativa do Estado de Santa Catarina de conformidade com o disposto no ….. da Constituição do Estado, faz saber que a Assembléia Legislativa decretou e eu promulgo a seguinte lei: 

Art. 1 º – Fica, de conformidade com a Resolução nº 5/61, de 20 de dezembro de 1961, da Câmara Municipal de Bom Retiro, criado o Município de “Alfredo Wagner”.

Art. 2º – O Município de Alfredo Wagner será composto dos territórios dos distritos de Barracão e Catuíra (…)

Art. 3º – Ficará o Município de Alfredo Wagner pertencendo a Comarca de Bom Retiro. fixando-se a sua sede no atual distrito de Barracão que passa a denominar-se Alfredo Wagner.

 

De decreto em decreto e de lei em lei vai crescendo a antiga Colônia Militar Santa Thereza, atual Alfredo Wagner, a Capital Catarinense das Nascentes.

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A Polenta no Alto Vale do Itajai

Redator : julho 17, 2017 11:23 am : Cultura, História, Memória, Sociedade

Quando cheguei em Alfredo Wagner, pela primeira vez, em 2000, participei de um jartar com polenta, fromaggio frito e cortada com barbante, bem ao estilo tradicional. Coisa boa demais!

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Lançamento do livro

Redator : julho 16, 2017 9:46 pm : Belezas de Alfredo Wagner/SC, Cultura, História, Memória, notícia

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MPSC recebe doações de materiais relacionados à história e à literatura catarinenses

Redator : julho 7, 2017 9:50 pm : Cultura, História, Memória

Os livros, revistas, fotos e documentos doados vão compor o acervo de uma biblioteca especializada sobre Santa Catarina, que fará parte do espaço sociocultural a ser implantado pelo Ministério Público Estadual até 2018.
Você tem algum livro, revista, documento ou fotografia relacionada à história ou à literatura de Santa Catarina?
O Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (CEAF), por meio do Memorial do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), está desenvolvendo uma campanha para arrecadar materiais relacionados à história do MPSC e de Santa Catarina. Qualquer pessoa ou instituição pode participar doando, emprestando ou consignando esses materiais e outros objetos. O acervo será disponibilizado na biblioteca do espaço sociocultural previsto para ser aberto ao público em meados de 2018.
A biblioteca, especializada na história e na literatura catarinenses, já conta com um acervo de livros raros, que estará disponível à consulta, contribuindo para o conhecimento dos visitantes sobre o Estado. Para reforçar o acervo do Ministério Público catarinense, o Memorial recebeu da Fundação Catarinense de Cultura (FCC) a doação de 500 exemplares, que atualmente passam por um processo de higienização para posteriormente serem catalogados e incorporados ao acervo.
Caso você tenha algum material, entre em contato com o Memorial do MPSC pelo e-mail memorial@mpsc.mp.br ou pelo telefone (48) 3229-9173 e informe quais são suas doações; a equipe, então, agendará uma data para a retirada dos materiais.
Fonte: Coordenadoria de Comunicação Social do MPSC.
Telefone: (48)3229-9010
email: midia@mpsc.mp.br
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Dada a largada para o 1º Rally Fotográfico de Alfredo Wagner

Redator : julho 1, 2017 1:51 am : Belezas de Alfredo Wagner/SC, Cultura, Fotografia, Inverno, Memória, notícia, Turismo

Para dar início ao 1º Rally Fotográfico de Alfredo Wagner faz parte do 1º Festival de Inverno de Alfredo Wagner tivemos a palestra do fotógrafo Caio Cesar. Podemos resumir a palestra com alguns simples adjetivos: uma aula magistral sobre a filosofia da fotografia, uma conversa animada entre “velhos” amigos, uma exposição surpreendente de fotografias geniais.
O público foi restrito, não por desinteresse do alfredense, mas por desconhecer a novidade cultural trazida pelo !º Festival de Inverno.
Diante disto, a equipe organizadora decidiu adiar a data das inscrições. Você também por se inscrever, ainda dá tempo.
O concurso foi dividido em duas categorias: Para fotos feitas com câmeras digitais reflex profissionais ou semi-profissionais – as que trocam as objetivas e para fotos feitas com câmeras ou outros dispositivos digitais que possuem apenas uma lente, podendo ser fixa ou com zoom.
É aberto a todos os cidadãos maiores de 18 anos ou para menores, desde que sob a responsabilidade dos pais ou responsáveis.
O Alfredense ama a fotografia… então, venha se inscrever! https://www.facebook.com/comturalfredowagner/

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Limpem as lentes… “Primeiro Rally Fotográfico de Alfredo Wagner!

Redator : junho 30, 2017 1:42 am : Belezas de Alfredo Wagner/SC, Fotografia, Memória, notícia, Turismo

Limpem as lentes.

Vem aí o “Primeiro Rally Fotográfico de Alfredo Wagner”. Cada participante fará 12 fotografias sobre temas apresentados pela organização e os melhores conjuntos serão premiados no encerramento do Primeiro Festival de Inverno de Alfredo Wagner e expostos na Praça da Bandeira e em diversos outros locais do Município.

Inscrições podem ser feita a partir desta segunda-feira, dia 26, no Prazer da Gula, bem no centro da cidade.
Leia o regulamento abaixo e inscreva-se.

R.E.G.U.L.A.M.E.N.T.O.
O 1º Rally Fotográfico de Alfredo Wagner faz parte do 1º Festival de Inverno de Alfredo Wagner e vai premiar fotógrafos amadores ou profissionais inscritos que apresentarem, ao final do concurso, os melhores conjuntos de 12 fotos obtidas de acordo com este regulamento.
Para participar, é necessária inscrição até às 14 horas do dia 30 de junho.
As inscrições abem a partir de segunda-feira, dia 26 de junho. Poderão ser feitas na Hamburgueria Bistro Prazer da Gula, Praça da Bandeira, Centro de Alfredo Wagner ou via internet, com o preenchimento do formulário contido em https://www.facebook.com/comturalfredowagner/.
O valor da inscrição é R$ 30,00. A confirmação dos inscritos via internet se dá com o pagamento de R$ 30,00 no Prazer da Gula, quando recebem seu número de inscrição.
O concurso é dividido em duas categorias:
A – Para fotos feitas com câmeras digitais reflex profissionais ou semi-profissionais – as que trocam as objetivas
B – Para fotos feitas com câmeras ou outros dispositivos digitais que possuem apenas uma lente, podendo ser fixa ou com zoom.
É aberto a todos os cidadãos maiores de 18 anos ou para menores, desde que sob a responsabilidade dos pais ou responsáveis.
Os 4 (quatro) primeiros temas a serem fotografados serão divulgados durante a palestra do fotógrafo Caio Cesar que acontecerá no Paradouro 11, BR 282, km 111, às 18:30.
Os próximos 4 (quatro) temas serão divulgados dia 4 de julho, quarta-feira, às 14 horas, em https://www.facebook.com/comturalfredowagner/. O terceiro e último conjunto de tarefas será divulgado ao meio dia de 8 de julho, na Praça da Bandeira, durante o “Sábado na Praça”.
Os inscritos devem entregar as fotos em envelope fechado e identificado apenas com o número de inscrição e “Rally Fotográfico Ângulos de Alfredo”. No seu interior deve conter:
1 – As 12 fotografias em ampliações formato até 10 x 15 cm constando, na parte superior do verso, o número de sua inscrição e, na parte inferior do verso, o número do tema retratado.
2 – Pen drive com as 12 (doze) imagens em alta resolução. Os arquivos devem ser renomeados com o nome do autor e o número do tema. Exemplo: fulano_de_tal_01.jpg / fulano_de_tal_02.jpg, etc.
Os conjuntos serão avaliados por uma comissão formada por um fotógrafo profissional, um representante do Conselho Municipal de Turismo e um representante de um patrocinador do Festival.
Os conjuntos vencedores serão premiados com:
Categoria A:
1º colocado R$ 300,00
2º colocado R$ 200,00
3º colocado R$ 100,00
Categoria B:
1º colocado R$ 300,00
2º colocado R$ 200,00
3º colocado R$ 100,00
Os conjuntos vencedores serão expostos na Praça da Bandeira, sábado, dia 15 de julho, com premiação no local.
Ao fazer a inscrição os participantes cedem as imagens para uso em ações de relacionadas com a cultura e o turismo em Alfredo Wagner, em qualquer meio e a qualquer tempo.
O Festival de Inverno de Alfredo Wagner é uma iniciativa do Conselho Municipal de Turismo em parceria com a Prefeitura Municipal e conta com o apoio da Pousada pedras Rollantes, Sicredi, Prazer da Gula, Pousada Fazenda Campinho,Pousada Hinckel, Sindicato dos Produtores Ruais e Maisa Modas

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Quem fundou o Barracão?

Redator : maio 28, 2017 10:52 pm : História, Memória

Cada comunidade que compõe o município de Alfredo Wagner teve um pioneiro que fincou a enxada em seu solo e disse: é aqui! Estes pioneiros merecem ter sua história resgatada e publicada para conhecimento das novas gerações.

A fundação da Colonia Militar de Santa Thereza, hoje Catuíra, está inteiramente ligada ao Império do Brasil em decreto rubricado pelo Imperador Dom Pedro II. Outras comunidades foram surgindo após a o estabelecimento das tropas e o progresso da colonia.

O ódio a tudo que representava o Império fez com que Floriano Peixoto descarregasse sua ira sobre o florescente Estado de Santa Catarina (a Princesa Isabel tinha propriedades aqui, inclusive uma mina de carvão em produção no município de Orleans). Entrementes mandava assassinar políticos e a elite monarquista catarinense, forçou a busca por novos trajetos para desviar da florescente Colônia Militar Santa Thereza criada pelo decreto imperial. O trajeto encontrado mudou a história do nosso município.

Voltemos ao Barracão…

Este nome é comum em Santa Catarina para designar paragens onde cavaleiros e tropas faziam seu descanso entre um dia e outro nas andanças pelas estradas de difícil acesso. Uma pesquisa rápida em jornais antigos mostrou mais de 100 citações com destaque para o Barracão de Gaspar (o mais citado), de Brusque, Orleans, etc. Nosso Barracão foi encontrado apenas 3 vezes e todas as citações são do  jornal católico de Florianópolis “O Apóstolo”.

Barracão ficou e após ser distrito por três anos, tornou-se a sede do belo e encantador município de Alfredo Wagner, a Capital Catarinense das Nascentes.

Mas então, quem fundou o Barracão?

Algumas tentativas de povoamento na barra dos Rios Caeté e Rio Adaga esbarraram no periódico problema de enchentes. Entretanto, alguém encontrou um lugarzinho e ali se fixou. Segundo o jornal católico de Florianópolis, “O Apóstolo” de 1956 o nome deste pioneiro foi Sebastião António Pereira.

Sebastião António Pereira, ou Bastião da Gracinda, como era mais conhecido (Gracinda era o nome de sua mãe), nascido em 1878 na Colônia Militar de Santa Thereza, casou-se em 1902 com Izaurinha da Cunha Pereira e seus filhos Felisbino, Santolina, Rodolfo e Guilhermina, lhes deram (à época da matéria publicada no jornal mencionado) 14 netos e 3 bisnetos.

Adquiriu terras no Barracão e ali começou a trabalhar como sapateiro desbravando as matas agrestes que haviam em torno. Em 1913 tornou-se estafeta (carteiro) levando a mala postal de Barracão a Rio do Sul e de Barracão a Santo Amaro.

Seu relacionamento com os índios era dos melhores. Durante todo o período em que viajou como carteiro nunca foi atacado por eles, sendo respeitado e respeitando os bugres.

Católico fervoroso fez diversas doações em terras e dinheiro para a capela que inciava sua caminhada e seria no futuro a sede da Paróquia Bom Jesus de Alfredo Wagner. Foi ele que conseguiu a Imagem do Bom Jesus “emprestada” e que por sugestão do Pároco de Santo Amaro não foi devolvida… Veja o artigo: Esqueceram do Bom Jesus

Era respeitado não apenas pelos índios, seus amigos tinham muita consideração por ele. Os mais jovens não gostavam de sua sisudez. Conversando com um senhor que já passa dos 80 anos e que conheceu o Bastião da Gracinda já velho, contou que certa vez apanhou uma surra do pai por causa de um mal-entendido entre eles.

Sebastião António Pereira (78) e sua esposa Izaurinha da Cunha Pereira (84).
Sebastião António Pereira (78) e sua esposa Izaurinha da Cunha Pereira (84) em clichê publicado no jornal católico de Florianópolis “O Apóstolo”.

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Esqueceram do Bom Jesus…

Redator : maio 27, 2017 11:45 pm : História, Memória, Religião

A história é interessante…

As imagens do Bom Jesus costumam estar ligadas a fatos surpreendentes registrados em arquivos e livros. Bom Jesus de Iguape, de Tremembé, da Lapa, etc são imagens com histórico de milagres e eventos fora do comum.

A imagem representa o momento em que Jesus foi apresentado ao povo após a sua flagelação e leva fiéis a um momento de reflexão sobre os seus próprios pecados que causaram aquela situação. Cristo inocente, sofredor pelos nossos pecados.

Em Alfredo Wagner há um fato, também interessante sobre a imagem do Bom Jesus que hoje está numa capela lateral (as imagens esculpidas em Treze tilhas substituiram as antigas). A imagem antiga do Bom Jesus é venerada em muitas ocasiões, uma delas foi no Cinquentenário da Paróquia em 2009.

Mas vamos a história desta imagem.

Quem relata o fato é o jornal católico de Florianópolis do dia 1º de julho de 1956.

A vila de Barracão estava terminando sua capelinha dedicada ao Bom Jesus. Os fieis, porém, não tinham uma imagem do padroeiro para colocar na Capela. O Pároco de Santo Amaro da Imperatriz prometeu doar uma imagem que havia na Igreja Matriz. A Comissão (o CPC daquela época) não gostou nada da ideia e se revoltou contra o Padre não permitindo a retirada da Imagem. O Sr. António Gaspar Schilicting, voltou de mãos vazias, sem a imagem.

Como a festa de inauguração da capela, o dia 6 de agosto, se aproximava, seguiu para a Paróquia o Sr. Sebastião António Pereira que muito habilmente, trouxe a Imagem emprestada… e logo depois seria devolvida. A imagem saiu de Santo Amaro muito cedo pela manhã para que o povo não percebesse.

Terminada a festa, os festeiros já se preparavam para devolver a imagem, quando o Padre sugeriu esperar… talvez o povo esquecesse. E o povo esqueceu… O Bom Jesus aqui ficou. A primitiva capelinha foi substituída por uma linda e grande igreja e o Bom Jesus, que desejou ficar conosco, lá está como padroeiro principal.

Em 2009, quando a paróquia comemorava seu cinquentenário, a Imagem do Bom Jesus saiu a percorrer as ruas do centro administrativo, econômico e político da Capital das Nascentes, numa linda procissão até a Matriz.

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Entrevero de Pinhão

Redator : maio 16, 2017 5:57 pm : Belezas de Alfredo Wagner/SC, Cultura, Memória

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Seu tataravô ou sua tataravó podem estar nesta lista!

Redator : maio 3, 2017 11:24 am : Genealogia, História, Memória, notícia

A Colonia Militar Santa Thereza, hoje Catuira, berço do município de Alfredo Wagner, é fonte de muitas pesquisas, monografias e trabalhos acadêmicos. Através da internet é possível efetuar buscas em documentação disponível online pois a internet facilita o acesso aos arquivos, muitas vezes localizados na Europa, Estados Unidos, ou mesmo, no Brasil em Estados como o Rio de Janeiro ou São Paulo.

O site http://compgen.de especializado em genealogia de famílias germânicas, traz muitas dados que permitem o estudo sobre a origem de alguns dos  primeiros habitantes da Colonia Militar Santa Thereza. Dedicado aos descendentes germânicos, o site apresenta alguns sobrenomes portugueses ou espanhóis.

Boa pesquisa!

Primeiro nomeSobrenmeDetalhesPai - Mãe
Johann JacobBrand* 1862 Colonia, Santa Catarina, Brazil + 1935 Santa Catarina, Rio Grande do Norte, BrasilienBrand - Kniess
Pedro Tristão daCruz* 1865 SC, BRA + 1898 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRACruz - Jesus
BernardPhilippus* 1869 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Philippus - Alflen
Carolina Candidade Jezus* 1873 Colônia Militar de Santa Thereza - SC + 1943 Colônia Militar de Santa Thereza - SCLuciano - de Jezus
FredericoAndersen* 1874 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Andersen - Hugen
Carolina Cândida deJesus* 1877 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Luciano - Jesus
Emilia LuisaAndersen* 1878 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Andersen - Hugen
BernardoBilk* 1883 Teresópolis, SC, , BRA + 1932 Anitápolis, , SC, BRABilk - Kösters
Adão RobertoSchmitz* 1884 Catuira, , SC, BRA + 1911 Teresópolis, SC, , BRASchmitz - Heinzen
Catharina dosSantos* 1884 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Santos - Schmidt
TherezaHang* 1884 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Hang - Schappo
Anna ChristinaKock* 1884 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA + SC, BRAKock - Schmitz
WernerKnabben* 1884 Rancho Queimado, , SC, BRA + 1911 Palhoça, , SC, BRAKnabben - Bilk
Carlos AugustoLehmkuhl* 1884 Teresópolis, SC, , BRA +Lehmkuhl - Michels
EmíliaKuhnen* 1884 Teresópolis, SC, , BRA +Kuhnen - Michels
JoãoKlettenberg* 1884 Teresópolis, SC, , BRA +Klettenberg - Michels
MariaWinter* 1884 Teresópolis, SC, , BRA +Winter - Huber
MathiasMeurer* 1884 Teresópolis, SC, , BRA +Meurer - Sehnem
IsabelBack* 1884 Teresópolis, SC, , BRA + 1948Back - Steffens
GeraldoJasper* 1885 Teresópolis, SC, , BRA + 1965 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRAJasper - Baumer
CristinaWaldrich* 1887 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Waldrich - Kalbusch
BerthaSchweitzer* 1888 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Schweitzer - Freiberger
HelenaWaldrich* 1889 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Waldrich - Kalbusch
GuilhermeWaldrich* 1889 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA + SC, BRAWaldrich - Kalbusch
RobertoBilk* 1889 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA + SC, BRABilk - Kösters
OttiliaSteffen* 1890 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Steffen - Freiberger
Alvina MariaSchweitzer* 1891 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Schweitzer - Freiberger
HermannMohr* 1891 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Mohr - Sebold
MariaSteffen* 1891 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Steffen - Clasen
NicolauWaldrich* 1891 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Waldrich - Kalbusch
AlbertinaAlthoff* 1891 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA + SC, BRAAlthoff - Heinzen
PedroSteffen* 1892 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Steffen - Clasen
RudolfSchmidt* 1892 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Schmidt - Andersen
CarlAlthoff* 1893 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Althoff - Heinzen
Johann PeterSchweitzer* 1893 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Schweitzer - Freiberger
Leodorico Sabino deFigueiredo* 1893 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Figueiredo - Andersen
Lydia Borges dosSantos* 1893 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Santos - Andersen
PedroWaldrich* 1893 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Waldrich - Kalbusch
Maria LuisaFranz* 1893 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA + SC, BRAFranz - Kalbusch
Maria (França ?)Franz* 1893 Colônia Militar de Santa Thereza - SCFranz - Kalbusch
MariaHenckel* 1894 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Henckel - Oliveira
MariaKalkmann* 1894 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Kalkmann - Steffen
MariaLoch* 1894 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Loch - Behling
NicolauSchmidt* 1894 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +X - Schmidt
OttoSchlemper* 1894 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Schlemper - Arndt
VerônicaSteffen* 1894 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Steffen - Freiberger
LuizSchmitz* 1894 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA + 1947Schmitz - Jesus
Egidia EmiliaSchmidt* 1894 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA + SC, BRASchmidt - Andersen
Frederico Ernesto CristianoBoll* 1894 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA + SC, BRABoll - Schlösser
JohannaVanbömmel* 1894 Teresópolis, SC, , BRA + 1924 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRAVanbömmel - Hemsing
AdolfoLoch* 1895 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Loch - Behling
AntonioFranz* 1895 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Franz - Kalbusch
Cristiano JoãoBoll* 1895 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Boll - Passig
Cristiano NicolauBoll* 1895 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Boll - Schlösser
Emilia MartaAlthoff* 1895 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Althoff - Heinzen
Georgina deFigueiredo* 1895 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Figueiredo - Andersen
LionidiaKalkmann* 1895 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Kalkmann - Steffen
Luisa CristinaBerger* 1895 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Berger - Mohr
Mathilde MarthaAlthoff* 1895 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Althoff - Heinzen
ProtasioSteffen* 1895 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Steffen - Silva
RobertoSchweitzer* 1895 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA + 1897 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRASchweitzer - Freiberger
Egidio Borges dosSantos* 1895 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA + 1979 Ituporanga, , SC, BRASantos - Andersen
Anton (Antonio França ?)Franz* 1895 Colônia Militar de Santa Thereza - SCFranz - Kalbusch
Nicolau (França ?)Franz* 1896 Colônia de Teresópolis - SCFranz - Kalbusch
AugustoSchüssler* 1896 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Schüssler - Alflen
Bernardo CristianoBoll* 1896 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Boll - Passig
João FernandoBerger* 1896 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Berger - Mohr
JúliaWaldrich* 1896 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Waldrich - Kalbusch
PaulinaSteffen* 1896 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Steffen - Freiberger
PetronilaWagner* 1896 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Wagner - Freiberger
TolentinoRosar* 1896 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Rosar - Freiberger
RinaldinaAlthoff* 1896 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA + 1897 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRAAlthoff - Heinzen
LeopoldinaSteffen* 1896 Lajes, , SC, BRA + 1975Steffen - Clasen
NicolauFranz* 1896 Teresópolis, SC, , BRA +Franz - Kalbusch
ManoelKalbusch* 1897 Colônia de Santa Thereza - SC + 1947 Rio do Sul - SCKalbusch - de Jezus
Catharina EmiliaLoch* 1897 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Loch - Behling
HenriqueHeiderscheidt* 1897 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Heiderscheidt - Franz
JoséSchweitzer* 1897 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Schweitzer - Freiberger
ErnestoWagner* 1897 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA + 1898 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRAWagner - Freiberger
Magdalena MargaridaBerger* 1898 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Berger - Mohr
MathiasKalbusch* 1898 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Kalbusch - Jesus
PedroBehling* 1898 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Behling - Santos
Rosalina MariaFranz* 1898 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA + 1943Franz - Kalbusch
João Guilherme FredericoBoll* 1898 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA + SC, BRABoll - Passig
MathiasKalbusch* 1898 Colônia Militar de Santa Thereza - SCKalbusch - de Jezus
MathiasKalbusch* 1898 Colônia Militar de Santa Thereza - SCKalbusch - de Jezus
Rosalina Maria (França ?)Franz* 1898 Colônia Militar de Santa Thereza - SCFranz - Kalbusch
Olibio LeandroWagner* 1899 Catuira, , SC, BRA + 1973 Lomba Alta, , SC, BRAWagner - Freiberger
BertoldoSchweitzer* 1899 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Schweitzer - Freiberger
BertolinaAlthoff* 1899 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Althoff - Heinzen
Carlos FerdinandoBerger* 1899 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Berger - Mohr
Roberto Davi GustavoBoll* 1900 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Boll - Schlösser
VilfredoWagner* 1900 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Wagner - Schmidt
Samuel FriedrichSchlemper* 1900 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA + 1981 Ituporanga, , SC, BRASchlemper - Arndt
AlfredoWagner* 1901 Catuira, , SC, BRA +Wagner - Freiberger
Gustavo CarlosBoll* 1901 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Boll - Passig
Cristiano LudovicoBerger* 1901 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA + 1965 Alfredo Wagner, , SC, BRABerger - Mohr
ReinoldoMay* 1901 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA + SC, BRAMay - Bugeling
JorgeKalbusch* 1901 Colônia Militar Santa Tereza - SC Brasil + 1971 Demoras Alfredo Wagner SC BrasilKalbusch - Andersen
JorgeKalbusch* 1901 Colônia Militar Santa Tereza - SC Brasil + 1971 Demoras Alfredo Wagner SC BrasilKalbusch - Andersen
Ana Rosalina EmíliaBoll* 1902 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Boll - Schlösser
Cristina AlvinaBerger* 1903 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Berger - Mohr
Pauline AugustaBerger* 1903 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Berger - Schlemper
Maria AdelinaBoll* 1904 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Boll - Schlösser
BernardinaBurg* 1905 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Burg - Silva
Maria TheresaSchweitzer* 1905 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Schweitzer - Freiberger
MathiasKniess* 1905 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Kniess - Weiss
MathildeSchüssler* 1905 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Schüssler - Alflen
Santilha VerônicaSchmidt* 1905 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Schmidt - Andersen
MariaKalbusch* 1905 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA + 1955 Santa Thereza, Palhoça, , SC, BRAKalbusch - Andersen
Laura CeciliaRosar* 1905 Teresópolis, SC, , BRA + 1974Rosar - Goedert
Alvina (cf)Wagner* 1906 Catuira, , SC, BRA + SC, BRAWagner - Freiberger
LeopoldoKalbusch* 1906 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Kalbusch - Waldrich
Emma EmilieDeucher* 1908 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Deucher - Schlemper
BertolinaSchwabe* 1910 Colônia Militar de Santa Thereza - SC + 1991 Alfredo Wagner - SCSchwabe - Trierweiller
José MariaWagner* 1911 Colônia Militar de Santa Thereza - SC + 1997 Lomba Alta, Alfredo Wagner - SCWagner - Freiberger
Maria das NevesVieira* 1913 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA + 1971-
Paulino ManuelDutra* 1913 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA + Maringá, , Paraná, BRA-
Paulo LiberatoHoffmann* 1914 Santa Thereza, Palhoça, , SC, BRA +Hoffmann - Schweitzer
AdelinaKösters* 1915 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +Kösters - Meurer
PauloReitz* 1921 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA +-
PompílioKalbusch* 1922 Colônia Militar de Sante Thereza - SC + 1990 Joinville - SCKalbusch - Apolinário
JoséKalbusch* 1928 Colônia Militar de Santa Thereza - SC + 2005 Lages - SCKalbusch - Apolinário
CatarinaDutra* 1930 Colônia Militar de Santa Tereza, , SC, BRA + 2001 Biguaçu, , SC, BRADutra - Vieira
TerezinhaKahl* 1932 Angelina, SC, BRA + 2000 Colônia Santa Tereza, São Pedro de Alcântara, , SC, BRAKahl - Winter

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Consolidação das leis catarinenses, 2ª etapa em tramitação na Alesc

Redator : abril 28, 2017 12:05 am : Memória, notícia, Seus direitos

Segunda etapa da consolidação das leis catarinenses começa a tramitar na Alesc

Nesta terça-feira (25/04) foram lidos em Plenário cinco projetos que fazem parte da segunda etapa da consolidação das leis catarinenses. Os PLs que começam a tramitar na Assembleia Legislativa revogam 606 leis e incluem outras 64 à Lei 16.719 de 2015 que institui datas comemorativas e festividades no calendário estadual. As normas revogadas tratam da concessão de pensões, do patrimônio cultural do estado, dos símbolos estaduais e dos direitos das pessoas com deficiência.

O objetivo geral do trabalho, desenvolvido desde 2015, é suprimir as normas que se tornaram sem efeito ao longo do tempo e unificar outras, de teor semelhante, facilitando o acesso e a aplicação da legislação vigente. Um bom exemplo que está sendo levado a cabo é o das leis analisadas que tratam dos direitos das pessoas com deficiência, neste caso, o projeto irá compor o Estatuto da Pessoa com Deficiência.

  

 

 

 

A consolidação das leis

O conteúdo legal a ser consolidado reúne um total de 18.971 dispositivos, abrangendo o período entre 1947 e 2017. A primeira etapa do processo foi concluída há cerca de dois anos, quando foram aprovados em plenário cinco PLs e dois PLCs, correspondendo a 8.409 leis, ou 44% do total.

Com a apresentação nesta terça-feira dos cinco PLs a comissão atinge 48% do total, sendo que, ainda nesta segunda etapa serão revistas mais 1.216 leis, alcançando 54% da legislação a ser analisada. Devido às suas particularidades, estas normas devem ficar sob a responsabilidade de um novo órgão, a ser criado dentro da estrutura da Assembleia que também deve revisar outros 7.595 dispositivos.

A Comissão de Consolidação da Legislação Estadual é coordenada pelo deputado Aldo Schneider (PMDB), ele acredita que em três anos foi possível avançar e realizar um bom trabalho. Entretanto, devido à complexidade das leis que ainda faltam ser consolidadas – relacionadas ao Direito financeiro, econômico e tributário ­- o parlamentar deve propor à Presidência da Casa a criação de uma gerência permanente de documentação, dentro da Diretoria Legislativa da Casa, para tratar da legislação que ainda precisa ser revista. O parlamentar lembrou que a Constituição Federal determina que a cada quatro anos seja realizada a consolidação das leis criadas na respectiva legislatura, algo que nunca teria sido feito em nenhum estado do país.

Att.
Lucio Baggio

Sala de Imprensa – Assembleia Legislativa de Santa Catarina

(48) 3221.2621

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Surpreenda sua mãe!

Redator : abril 27, 2017 1:19 am : Belezas de Alfredo Wagner/SC, Fotografia, Memória

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Projeto Formação de Leitores – Panambi convida Escritores

Redator : abril 20, 2017 10:51 am : Cultura, Memória, Sociedade

Caro escritor(a)!

A Secretaria Municipal de Educação e Cultura (SMEC) de Panambi possui um projeto intitulado Formação de Leitores. A cada ano a Secretaria organiza o projeto em torno do que considera mais adequado aos alunos e à rede de ensino. Assim, solicita a secretaria que, se possível, seja feito o envio gratuito, doação, de algumas de suas obras para análise e possível inclusão das mesmas em nosso projeto anual.

As obras podem ser encaminhadas ao endereço da SMEC situada na rua Andrade Neves, 594, Panambi – RS; CEP: 98.280-000, aos cuidados de Silvane Costa Beber, coordenadora da área de Língua Portuguesa.

 

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O passado como educação

Redator : abril 4, 2017 11:04 am : Cultura, História, Memória

A história é mestra da vida. O ditado que ouvia em criança hoje é lembrado quando vasculhamos e descobrimos nossa própria história. Infelizmente na Capital das Nascentes não se preservaram monumentos semelhantes, os poucos que restam estão caindo em pedaços. Porém ainda é tempo! Várias iniciativas por todo o Estado de Santa Catarina estão sendo realizadas para preservar monumentos do passado colonial para servir de informação e base de futuras pesquisas históricas. Vamos caminhar neste sentido também.

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Arquivo Fotográfico Municipal - Digitalizado por Juliano Norberto Wagner
Arquivo Fotográfico Municipal – Digitalizado por Juliano Norberto Wagner
Arquivo Fotográfico Municipal - Digitalizado por Mauro Demarchi 2014
Arquivo Histórico Fotográfico Municipal – Digitalizado por Mauro Demarchi 2014
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Arquivo  Histórico Fotográfico Municipal – Digitalizado por Mauro Demarchi 2014
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Arquivo Histórico Fotográfico Municipal – Digitalizado por Mauro Demarchi 2014