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Superbactéria mata universitária de 18 anos em SC; ‘Acne no rosto foi porta de entrada’, diz mãe

Imprensa, 16/06/202316/06/2023

Uma jovem de 18 anos morreu por complicações de uma superbactéria em Blumenau, no Vale do Itajaí, em Santa Catarina, no início desta semana.

Estudante de biomedicina, Dâmilly Beatriz da Graça contraiu o microrganismo através de uma acne do rosto, segundo nota divulgada pela mãe dela, Daniela Veiga, nas redes sociais. A bactéria costuma ser encontrada em infecções de pele.

“Minha filha foi atingida por uma bactéria agressiva e de difícil reversão (Staphylococcus aureus). Gerou uma infecção generalizada e ocasionou falência múltipla dos órgãos”, escreveu.

A morte ocorreu no fim da tarde de segunda-feira (12). Daniela se manifestou sobre a perda da filha na noite de quarta-feira (14), dois dias depois.

Segundo a mãe da jovem, a estudante procurou atendimento médico no primeiro fim de semana de junho, por causa de dor no pescoço. Na ocasião, recebeu medicação e foi liberada.

No sábado (10), as dores continuavam iguais. No dia seguinte, domingo (11), um dia antes de Dâmilly perder a vida, a jovem acordou com rosto bastante inchado. Foi quando voltou ao hospital e se avaliou a necessidade de uma vaga em Unidade de terapia Intensiva (UTI).

“Os profissionais não mediram esforços na tentativa de reversão do quadro. Com muita agilidade desde a chegada ao hospital no domingo, rapidamente direcionando para a UTI, até o momento do óbito”, desabafou a mãe nas redes sociais.

Dâmilly era filha única. A jovem residia em Timbó até o ano passado. Neste ano, começou graduação de biomedicina na Universidade Regional de Blumenau (Furb) e havia se mudado para Blumenau.

Em nota, a instituição lamentou a perda da estudante.

Sobre a super-bactéria

A bactéria costuma ser encontrada na pele e pode se agravar quando ocorre algum tipo de ferimento, segundo a infectologista Sabrina Sabino.

“Ela entra em nossa circulação e faz com que a gente desenvolva uma síndrome chamada sepse, que faz diversas alterações inflamatórias no nosso corpo podendo ser extremamente grave“, disse.

Além disso, a especialista explica que a bactéria é potencialmente grave, mas que a grande maioria da população possui ela no corpo sem sofrer qualquer reação.

Tempo de leitura2 min

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