A equipe de regulação e fiscalização da Agência Reguladora de Serviços de Saneamento Básico de Santa Catarina – Agesan começou em Abril deste ano as visitas técnicas aos aterros sanitários que seguem neste mês de maio e junho. Até o momento a Agesan já esteve em 10 aterros sanitários: Proactiva-Biguaçu; Tucano-Erval Velho; Coinco-Curitibanos; Santec-Içara; Serrana-Pescaria Brava; Ambiental-Itajaí; VTEngenharia-Fraiburgo; Recicle-Brusque; Cisures-Urussanga e Preservale-Araranguá.

São 17 empresas (aterros) cujas unidades atendem os municípios conveniados. De acordo com a legislação, a Lei nº 12.301/10 e seu Decreto Regulamentador estabelecem que a partir de 2014 apenas os rejeitos devem ser aterrados.

“Santa Catarina acabou com seus “lixões”, mas os Aterros Sanitários são estágios superados no que concerne ao correto e inteligente manejo dos RSU. Visitando várias Unidades de Santa Catarina observa-se que a maioria não dispõe sequer de um “Galpão de Triagem” interna que, de acordo com os dados daqueles que tem, poderia deixar de enterrar cerca de 40 % dos materiais. Isto considerando processos com pouca tecnologia, mas incluindo a mão de obra de catadores. Mesmo nestas condições, onde ainda muita coisa passa pela triagem sem ser aproveitada, se fizermos a conta para o Aterro que atende a Grande Florianópolis que não dispõe deste equipamento e para onde são destinadas 800 Tonelada/dia, poderíamos deixar de enterrar aproximadamente 320 Ton/dia, 9.600 Ton/mês ou 115.200 Ton/ano.

Como resultado, extraímos mais recursos da Natureza, aumentamos o passivo ambiental (as áreas de aterro ficam inutilizáveis por décadas ou até centenas de anos), deixamos de criar empregos e renda”.

*Texto extraído do Artigo “Enterrando o futuro”, de Jatyr Borges, gerente de fiscalização da Agesan. Texto completo no site www.agesan.sc.gov.br

Karin Walli

Assessoria de Comunicação

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