O pouco que consegui assistir, ontem, da votação pelo impeachment mostrou-me um quadro assustador da política nacional que deve ser repensada e modificada.
O político profissional tem que acabar! Aquele cara velhaco que não faz nada da vida a não ser se instalar numa cadeira do Congresso e por 10, 20, 30 anos (havia um com 10 mandatos, ou seja: 40 anos de deputado) e ali servir de peso morto ou de massa de manobra, tem que perder o emprego. Política virou herança familiar… muitos netos, muitos filhos, muitos descendentes de políticos infestavam a sessão.
O político profissional tem que acabar!
Tem que acabar também o uso do dinheiro público pelos partidos. O PT sem dinheiro é um zero a esquerda. Não move absolutamente nada.
Dinheiro público é um dinheiro que tem que ser administrado com responsabilidade e respeito. Se isso for feito, sobra para bolsas-família, etc.
Partido político NÃO PODE USAR DINHEIRO PÚBLICO.
A imensa maioria da nação é conservadora e defende os valores da família, da propriedade privada, e, essa sim, foi a vencedora neste grande momento que passou o Brasil: Ao citarem os nomes de seus familiares, os deputados transmitiram ao país em Rede Nacional, a pressão que sofreram para votar pelo Impeachment. Essa pressão familiar foi mais importante que os 5 milhões (segundo alguns) oferecidos pela dobradinha lula/dilma para a compra dos votos.
A pressão familiar sobre os deputados foi mais importante e a grande vencedora neste momento histórico do país. Poucos teriam se lembrado da mulher se a pressão não fosse forte…
O Brasil tem solução sim: acabar com o uso do dinheiro público pelos partidos; priorizar as famílias; acabar com o político profissional.

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