Skip to content
Jornal Alfredo Wagner Online
Jornal Alfredo Wagner Online

História – Sociedade – Informação

  • Código de Ética
  • Obituário
  • Biblioteca Blockchain
  • Autores
  • Política de cookies (BR)
  • Radar BR-282
Jornal Alfredo Wagner Online

História – Sociedade – Informação

Pessoas com TDAH se apaixonam? Especialista explica

Imprensa, 12/07/202314/10/2023

Neuropsicóloga Nathalie Gudayol comenta como o cérebro de quem tem TDAH pode funcionar de maneira diferente durante a paixão

O amor é um sentimento intenso que pode fazer nosso coração bater mais forte e nossos pensamentos se perderem em devaneios românticos. Mas e as pessoas com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)? Será que elas também se apaixonam? Segundo a neuropsicóloga Nathalie Gudayol, especialista no assunto, o TDAH não impede as pessoas de experimentarem o amor, mas pode trazer desafios únicos e até mesmo intensificar os sentimentos. Vamos explorar essa intrigante relação entre o TDAH e o amor!

Segundo Nathalie, para muitas pessoas com TDAH, a busca por estímulos é constante. Isso pode se manifestar também nos relacionamentos amorosos, onde a paixão traz uma dose extra de emoção e excitação. O TDAH pode levar a uma maior intensidade nas emoções e sentimentos, tornando a paixão uma experiência ainda mais vívida e avassaladora.

Ela explica que a questão importante é distinguir entre a paixão genuína e a busca por novos estímulos que é comum para quem tem TDAH, “É essencial observar se há prazer e envolvimento emocional em outras áreas da vida. Se mesmo ao explorar outras atividades e experiências, a pessoa não consegue tirar a pessoa amada da cabeça, é provável que seja realmente paixão”, destaca.

Viver com TDAH significa lidar com uma mente inquieta e pensamentos acelerados. Nathalie informa que é fundamental acompanhar os sentimentos e emoções, percebendo se há uma conexão profunda e duradoura. “A paixão pode ser intensa no início, mas a verdadeira ligação emocional se estabelece com o tempo e é capaz de superar as flutuações do TDAH”, afirma Gudayol.

Nathalie ressalta ainda a importância de compartilhar abertamente os desafios e particularidades do TDAH com o parceiro, promovendo um ambiente de compreensão e apoio.

Embora o TDAH possa trazer desafios únicos para quem se apaixona, não significa que o amor seja inacessível. Segundo a neuropsicóloga, é possível experimentar conexões profundas e duradouras, desde que sejam acompanhadas de uma comunicação aberta, compreensão mútua e autoconhecimento. O amor não é exclusivo de nenhuma condição, e as pessoas com TDAH têm a capacidade de viver relacionamentos amorosos significativos e gratificantes. 

Sobre Nathalie Gudayol

Nathalie Gudayol é graduada em Psicologia pela Universidade Metodista de São Paulo. Pós-graduada em Neuropsicologia pela Faculdade de Ciências Médicas Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e Pós-graduanda em Neurociência pela Universidade Católica (PUC) Paraná. Pesquisadora no CPAH – Centro de Pesquisa e Análises Heráclito.

Equipe MF Press Global

Adriana Quintairos Follow Up | MF Press Global

Tempo de leitura3 min

Fique informado, tenha acesso a mais de 15 colunistas e reportagens exclusivas sobre Alfredo Wagner e região! Acesse Canal no Whatsapp do Jornal Alfredo Wagner Online aqui! Jornal Alfredo Wagner Online aqui!

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) X
Psicologia

Navegação de Post

Previous post
Next post
pix-qr-code.pdf - 1
©2026 Jornal Alfredo Wagner Online | WordPress Theme by SuperbThemes