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Infância, literatura e ancestralidade: conheça a força das narrativas indígenas 

Imprensa, 19/04/202519/04/2025

Clube de Leitura Quindim seleciona obras que prometem surpreender os leitores desde a primeira infância. 

São Paulo, 19 de abril de 2025 – Apresentar a literatura indígena às crianças é um passo essencial para a construção de uma sociedade mais diversa, sensível e conectada às suas raízes. As narrativas dos povos indígenas retratam simbolismos e mitos, mas também carregam valores ancestrais que ajudam os leitores infantis a entenderem o mundo e seu lugar nele. 

Segundo Daniel Munduruku, autor, curador do Clube Quindim e uma das principais vozes da literatura indígena contemporânea, as histórias são instrumentos profundos de formação identitária. 

“As histórias permitem não nos esquecermos de onde viemos e para onde caminhamos. Elas formam o ethos do pertencimento do indivíduo ao povo ao qual pertence. Por isso elas não podem e não devem ser tratadas de forma minimalista, como se as pessoas — independentemente da idade — não tivessem condições de mergulhar nos símbolos que elas representam. As crianças são as que melhor ‘compreendem’ o que elas realmente significam, porque ainda estão envoltas no mistério da existência”, afirma. 

Essa sensibilidade é levada em consideração pelo Clube Quindim, clube de leitura especializada em literatura para as infâncias. 

“Conheço o trabalho do Daniel há muitos anos, especialmente porque ele foi pioneiro. É muito importante tê-lo na nossa curadoria porque ele traz um olhar cuidadoso para esse recorte da literatura brasileira, estando muito atento aos novos nomes que surgem e à diversidade de formas como ela se apresenta”, fala Renata Nakano idealizadora e diretora do Clube Quindim. 

Renata também ressalta o papel do poder público no fomento à bibliodiversidade, especialmente nas escolas e bibliotecas. “O governo tem um papel importante de uma maior diversidade a partir do momento que ele é o principal comprador de livros no Brasil”, afirma. 

Incluir obras de autores indígenas no universo infantil é abrir espaço para que as crianças conheçam outras visões, desenvolvam empatia e aprendam, desde cedo, a respeitar e valorizar a riqueza cultural brasileira.

Dica de leitura: 

O CAMINHO PARA A CASA DE BARRO
Texto: Xadalu Tupã Jekupé e Rita Carelli
Editora: Baião
Essa é a história de Xadalu Tupã Jekupé. Também é a história de várias outras pessoas que viram sua terra ser demarcada, ocupada, retirada de suas vidas… Muitos são aqueles que tiveram de ir embora. 

Sobre o Clube Quindim

Fundado em 2016, o Clube de Leitura Quindim promove o acesso à literatura infantil transformadora e de qualidade, oferecendo momentos de afeto e conexão familiar através da leitura compartilhada. Com uma curadoria de especialistas renomados, o clube envia mensalmente livros selecionados para crianças de acordo com as diferentes faixas etárias, tendo impactado milhares de famílias em todo o Brasil. 

2PRÓ Comunicação
Monica Agnello
www.2pro.com.br

Tempo de leitura3 min

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