Em Alfredo Wagner, aos pés da Capela de Santa Tereza — a primeira capela da Diocese de Rio do Sul — encontra-se um espaço onde a fé se traduz em gestos concretos de amor e dedicação: a APAE.
Ali, na comunidade de Catuíra, ergue-se uma ampla instalação, com salas arejadas e equipamentos voltados ao desenvolvimento integral dos alunos. Mas, mais do que paredes e estruturas, o que realmente dá vida à instituição é o carinho dos profissionais que, dia após dia, oferecem atenção, paciência e compreensão àqueles que, tantas vezes, são esquecidos ou até desprezados pelo mundo.
O trabalho da APAE vai além do ensino formal: é um exercício diário de empatia. Cada educador, terapeuta, colaborador ou voluntário atua não apenas para transmitir conhecimento, mas para abrir horizontes, fortalecer a autoestima e, sobretudo, mostrar que toda pessoa tem um valor único e inegociável.
O cenário não poderia ser mais simbólico. Desde o século XIX, quando a primeira capelinha dedicada a Santa Tereza foi erguida, este lugar tornou-se ponto de bênção e esperança. A atual construção, datada de meados da década de 1940, permanece como testemunha silenciosa da fé e da perseverança de gerações. Hoje, aos desta colina santa, a APAE reafirma essa mesma vocação: acolher, cuidar e acreditar no potencial de cada ser humano.
Em tempos em que a pressa e a indiferença parecem dominar, o trabalho da APAE de Alfredo Wagner nos lembra que ainda é possível construir uma sociedade mais justa e humana, onde ninguém é invisível.
Por isso, este artigo é, sobretudo, um agradecimento. Gratidão a cada profissional que, com dedicação e amor, faz da APAE um verdadeiro farol de esperança. Gratidão por transformar dificuldades em oportunidades, limitações em aprendizados e por mostrar, todos os dias, que o verdadeiro sentido da vida está em servir com amor.
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