A comemoração do aniversário de casamento do ex-prefeito Ivan Dornelles Andersen com D. Eliete Cechetto Andersen tornou-se mais do que uma celebração familiar: transformou-se em um momento histórico para Alfredo Wagner. Em meio aos abraços, conversas e lembranças compartilhadas, um encontro raro e profundamente simbólico ganhou destaque — o reencontro das ex-primeiras-damas com a atual primeira-dama do município.
Na fotografia registrada e compartilhada por Juliano Wagner na página De Barracão a Alfredo Wagner, no Facebook, vemos alinhadas da direita para a esquerda:
- D. Marinely Kretzer, viúva do 3.º prefeito, Rogério Pedro Kretzer;
- D. Eunice Franz Wagner, viúva do 4.º prefeito, Dr. Norberto Wagner (Dr. Beto);
- D. Eliete Cechetto Andersen, esposa do 6.º prefeito, Ivan Dornelles Andersen;
- D. Maria Helena Wessler, viúva do 7.º prefeito, Nivaldo Wessler (Formiga);
- D. Zita Rode da Silva, esposa do 11.º prefeito, Wanderley Silva;
- Célia Regina Sani, atual primeira-dama, esposa do prefeito Gilmar Sani.
Reunidas, elas formam uma espécie de linha do tempo viva — guardiãs das memórias, histórias e cicatrizes de diferentes administrações, épocas e desafios enfrentados pelo município.
Mais do que papéis protocolares
Ao longo das décadas, as primeiras-damas de Alfredo Wagner desempenharam funções que ultrapassam as ações sociais formais geralmente associadas ao cargo. Elas foram suporte emocional, conselheiras silenciosas, forças morais que acompanharam diariamente aqueles que tinham sobre os ombros a responsabilidade de conduzir o município.
Se os prefeitos foram, simbolicamente, os “pais” da cidade por quatro anos — alguns por mais tempo, graças à reeleição — essas mulheres foram (e seguem sendo) as “mães”. E como toda mãe, jamais deixam de exercer esse papel, mesmo quando o tempo e a política mudam.
Sua influência, embora muitas vezes discreta, permanece. Elas continuam a rezar, aconselhar e inspirar, irradiando valores às novas gerações. Carregam em si a memória afetiva de cada período administrativo e, ao mesmo tempo, representam continuidade: um fio invisível que liga o passado ao presente, o político ao humano.
Um gesto que se torna história
O encontro promovido por Ivan Andersen se transforma, assim, em um marco simbólico. Não apenas pela raridade de reunir tantas protagonistas da história política local, mas pelo que essa imagem significa para Alfredo Wagner:
- Respeito pela trajetória do município
- Reconhecimento do papel feminino na política
- Valorização das raízes e das histórias que moldaram a cidade
Num tempo em que as relações políticas se mostram frequentemente polarizadas ou descartáveis, ver essas mulheres reunidas, convivendo de forma fraterna, reacende o que há de mais importante na vida pública: a comunhão, a continuidade e o amor pela comunidade.
Quando a história sorri
O sorriso de cada uma das primeiras-damas presentes é um testemunho silencioso de décadas de dedicação — de dias bons e difíceis, de lutas, sonhos e esperanças. Elas carregam consigo a humanidade da política, aquela que não aparece nos decretos, mas que move pessoas e transforma lugares.
É por isso que o registro desse encontro emociona e merece ser preservado. Ele resume, sob o olhar das mulheres que ajudaram a moldar o município, a força de uma história que continua viva — e que segue guiando Alfredo Wagner, como fazem as mães: com cuidado, memória e fé.
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