Com mais de 600 mil aprendizes ativos, trajetórias mostram como iniciativa e experiência prática impulsionam crescimento profissional.
São Paulo, 24 de abril de 2026 – Entrar no mercado de trabalho mais cedo, com possibilidade real de desenvolvimento, tem feito diferença na trajetória de jovens brasileiros. Programas de aprendizagem, bem como a Lei da Aprendizagem (nº 10.097/00), criada para regulamentar o trabalho de jovens de 14 a 24 anos no país, vêm se consolidando não apenas como porta de entrada, mas como uma forma de acelerar o início da carreira.
Esse movimento já se reflete dentro de empresas como a JTI, onde jovens que ingressam como aprendizes têm encontrado espaço para desenvolver habilidades e avançar profissionalmente em um curto período. E nesse contexto, trajetórias como as de Ana Júlia Barbosa, de 20 anos, e Gabriel Yoshida, de 21, ajudam a mostrar como a combinação entre oportunidade e iniciativa individual pode acelerar carreiras.
No caso de Ana Júlia, a transição foi rápida: em menos de um ano, saiu de uma posição administrativa como aprendiz para assumir uma cadeira como analista de dados. Ela iniciou sua carreira aos 19 anos, após um período dedicado integralmente aos estudos em tecnologia. Ainda que, inicialmente, seu plano fosse seguir medicina, foi na área de dados que encontrou direcionamento profissional. Determinada a migrar de área, utilizou o período como aprendiz para mapear competências exigidas, buscar capacitação e se aproximar de profissionais da área.
“Eu comecei a olhar as vagas, entender o que era pedido e direcionar meus estudos para aquilo. Também fui conversar com pessoas da área para entender melhor a rotina”, afirma. A estratégia resultou na aprovação em um processo seletivo interno com múltiplas etapas, consolidando a mudança de área ainda no início da carreira.
Já Gabriel trilhou um caminho diferente, mas igualmente representativo: após atuar como jovem aprendiz na área de marketing, retornou à empresa meses depois, já como assistente na área comercial. Gabriel, hoje com 21 anos, teve seu primeiro contato com o mercado de trabalho em 2023, também como jovem aprendiz na JTI, atuando na área de marketing, com foco em marcas, uma escolha alinhada à sua formação técnica em comunicação visual. “Eu vi a vaga e achei que tinha tudo a ver comigo. Era uma oportunidade de entrar no mercado em uma área que eu já tinha interesse”, relembra. Ao longo do período como aprendiz, Gabriel destaca o papel do ambiente e das relações profissionais no desenvolvimento.
“Como é nosso primeiro contato com o mercado, ainda estamos aprendendo o básico. Por isso, ter pessoas que nos orientam e nos dão direcionamento faz toda a diferença. No meu caso, tive um time que realmente se preocupava com o meu desenvolvimento”, afirma. Meses depois de finalizar seu período como jovem aprendiz, surgiu uma nova oportunidade, desta vez, para atuar como assistente na área de vendas. “O que eu sou hoje profissionalmente começou ali: a experiência como jovem aprendiz me deu base, direcionamento e contato com pessoas que influenciaram diretamente minha trajetória”, diz. Atualmente cursando publicidade e propaganda, Gabriel também atribui à experiência inicial a decisão de seguir carreira na área. “Foi ali que eu entendi que queria trabalhar com isso. A vivência prática fez toda a diferença.”
Segundo levantamento do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), o número de jovens aprendizes no país dobrou entre 2011 e 2024, chegando ao patamar atual de mais de 600 mil participantes. Além disso, estudos sobre empregabilidade indicam que jovens que passam por programas de aprendizagem têm maior inserção no mercado: oito em cada dez seguem empregados após a experiência, muitos deles com carteira assinada.
Nesse cenário, programas estruturados deixam de ser apenas uma porta de entrada e passam a atuar como plataformas de desenvolvimento de carreira. “Quando há espaço para aprendizado e mobilidade, o jovem aprendiz pode ser o início de uma trajetória consistente dentro da empresa”, afirma Paloma Ferreira, Gerente de Experiência do Colaborador da área de Pessoas & Cultura da JTI.
Sobre a JTI
A JTI, integrante do Grupo JT, é uma empresa internacional moderna e dinâmica, movida pela busca constante por qualidade e inovação. Presente em mais de 130 mercados, a companhia desenvolve e comercializa produtos de tabaco e nicotina para consumidores adultos.
A JTI é proprietária global das marcas Winston e Camel, respectivamente o segundo e o terceiro maiores cigarros combustíveis do mundo. Seu portfólio inclui ainda marcas internacionais como MEVIUS e LD. A empresa também atua na categoria de Produtos de Risco Reduzido, com o dispositivo de tabaco aquecido Ploom e as bolsas de nicotina Nordic Spirit.
Com sede em Genebra, Suíça, a JTI conta com mais de 46 mil colaboradores e recebeu o título de Global Top Employer pelo décimo primeiro ano consecutivo, em 2025. No Brasil, são mais de 1,5 mil colaboradores em 09 Estados. A operação contempla a produção de tabaco – por meio de cerca de 12 mil produtores integrados no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná – compra, processamento e exportação de tabaco, fabricação, venda e distribuição de cigarros em mais de 20 Estados do Brasil. As marcas comercializadas são Winston, Djarum e Camel, essa última também exportada para a Bolívia. Saiba mais em www.jti.com/brasil.
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