Os bastidores da política de Santa Catarina voltaram a se movimentar após declarações do ex-senador Jorge Bornhausen indicando que o prefeito de Chapecó, João Rodrigues, não seria mais candidato ao governo do Estado pelo Partido Social Democrático (PSD). A fala repercutiu rapidamente no meio político e abriu espaço para diferentes interpretações e articulações. Horas depois, o próprio Rodrigues já indicava que poderia reconsiderar o posicionamento, aumentando a expectativa em torno da coletiva anunciada para esta sexta-feira (13).
Entre as hipóteses discutidas nos bastidores está a possibilidade de Rodrigues disputar uma das duas vagas ao Senado pelo Partido Liberal (Brasil) (PL). Segundo o colunista Anderson Silva, da NSC, o prefeito teria se reunido com o governador Jorginho Mello na residência oficial, em Florianópolis. Embora o encontro tivesse como pauta oficial convênios entre o Estado e o município de Chapecó, a conversa também teria avançado para temas eleitorais.
Esse cenário ajuda a explicar por que o debate em torno das vagas ao Senado começa a ganhar intensidade tão cedo. Nomes tradicionais da política catarinense, como o senador Esperidião Amin, continuam sendo peças importantes nesse tabuleiro, mas enfrentam a disputa natural por espaço dentro das alianças que começam a se desenhar para 2026.
Também circulam nos bastidores especulações sobre possíveis candidaturas de fora do Estado, como a do vereador carioca Carlos Bolsonaro, hipótese que ainda divide opiniões dentro do próprio Partido Liberal (Brasil) em Santa Catarina. Em meio a conversas reservadas e articulações discretas, uma coisa parece certa: a corrida eleitoral de 2026 começa a ser desenhada muito antes do que aparece oficialmente ao público.
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