Em um cenário de crescente digitalização e aumento de incidentes de segurança, o Dia Mundial do Backup, celebrado em 31 de março, ganha um peso ainda maior para as empresas. Apesar da dependência cada vez mais intensa de dados, muitas organizações ainda negligenciam estratégias básicas de proteção e pagam caro por isso.
A data foi criada justamente para reforçar a importância de manter cópias de segurança de informações digitais, prevenindo perdas por falhas técnicas, erros humanos, roubos ou ataques cibernéticos. Inclusive, o Brasil ocupa o terceiro lugar no ranking de países com maior volume de identificações de ransomware no mundo (atrás somente da populosa Índia e dos EUA) e o primeiro lugar na América Latina, segundo o Relatório de Ciberameaças da Acronis do 2° semestre de 2025.
Para Jardel Torres, Sócio e Diretor Comercial (CCO) da OSTEC, o backup deixou de ser apenas uma prática de TI e passou a ser uma questão de continuidade de negócios. “Hoje, não se trata apenas de armazenar informações, mas de garantir que elas possam ser recuperadas rapidamente em caso de incidente. Muitas empresas só percebem a importância do backup quando já é tarde demais”, destacou.
Entre as principais recomendações que ele ressalta estão:
- manter backups automatizados e regulares
- armazenar cópias em ambientes diferentes (local e nuvem)
- proteger os backups contra ataques (como criptografia e controle de acesso)
- testar a restauração dos dados periodicamente
Em um ambiente onde dados são ativos estratégicos, a pergunta deixa de ser “se” uma empresa enfrentará um incidente, e passa a ser “quando”. E, nesse cenário, o backup pode ser a diferença entre uma rápida recuperação e um prejuízo irreversível.
Thainá Bastos
dialetto.com.br
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