Uma publicação recente do comunicador Adailton Bahia Novaes chamou a atenção nas redes sociais ao levantar uma possibilidade, no mínimo, curiosa: a eventual convergência de todos os ex-governadores vivos de Santa Catarina em torno de um mesmo projeto político nas eleições de 2026.
Ainda que tratada como uma leitura de bastidores, a hipótese não deixa de ser significativa. Estão entre os nomes citados lideranças que marcaram diferentes momentos da política estadual, como Jorge Bornhausen, Esperidião Amin, Paulo Afonso Vieira, Leonel Pavan, Raimundo Colombo, Eduardo Pinho Moreira e Carlos Moisés da Silva.
Trata-se de um grupo heterogêneo, formado por figuras que já estiveram em lados opostos de disputas eleitorais, representando partidos, ideologias e contextos históricos distintos. Justamente por isso, a simples possibilidade de uma aproximação — ainda que parcial — em torno de uma liderança como João Rodrigues, atual prefeito de Chapecó, levanta questionamentos importantes sobre o momento político do estado.
Seria esse movimento um sinal de maturidade política, em que antigas divergências cedem espaço a um projeto comum? Ou estaríamos diante de uma articulação pragmática, típica dos bastidores eleitorais, onde o alinhamento se constrói mais por estratégia do que por afinidade?
A política, como se sabe, é dinâmica. Alianças se formam e se desfazem com rapidez, especialmente à medida que o calendário eleitoral se aproxima. No entanto, a força simbólica de uma eventual união entre ex-governadores não pode ser ignorada. Trata-se de um gesto que, se concretizado, teria impacto direto na percepção do eleitor e no equilíbrio das forças políticas em Santa Catarina.
Por outro lado, também é legítimo questionar até que ponto essa convergência representaria, de fato, um alinhamento de ideias ou apenas uma composição circunstancial. Afinal, o eleitor contemporâneo está cada vez mais atento e crítico, buscando coerência entre discurso e prática.
Como bem destacou Adailton em sua publicação, trata-se, por ora, de uma curiosidade — mas daquelas que dizem muito sobre os bastidores do poder. Se confirmada, essa união poderá marcar um momento raro na política catarinense: o encontro de trajetórias distintas em torno de um mesmo palanque.
Resta acompanhar os próximos movimentos. Porque, na política, o que hoje é apenas possibilidade, amanhã pode se tornar realidade — ou simplesmente mais um capítulo das articulações que movimentam o cenário eleitoral.
Fiquemos de olho e acompanhemos os acontecimentos!!!!
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