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O maior risco da Inteligência Artificial não é a tecnologia. É o despreparo

Assessoria de Imprensa, 28/04/202629/04/2026

🔥 1 min 33 s lidos
⏱️ média: 1 min 33 s

Para especialista, nova realidade do trabalho vai além do uso da tecnologia

A Inteligência Artificial deixou de ser tendência para virar rotina. Está no diagnóstico médico, no estudo dos alunos, na automação das empresas e na produção de conteúdo. 

O que até pouco tempo parecia distante agora faz parte do dia a dia e avança em uma velocidade difícil de acompanhar. O problema é que a nossa adaptação não acompanha esse ritmo.

O que especialistas já chamam de “tsunami da IA” não diz respeito apenas ao volume de mudanças, mas à profundidade com que elas estão redesenhando o mercado de trabalho. Funções desaparecem, outras surgem e, no meio desse movimento, cresce uma dúvida inevitável: quem está, de fato, preparado para esse novo cenário?

Durante o Fórum Econômico Mundial de 2026, a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional, Kristalina Georgieva, fez um alerta direto. Segundo ela, a Inteligência Artificial deve impactar cerca de 40% dos empregos no mundo e até 60% nas economias mais avançadas.

O efeito é ainda mais sensível entre os jovens, que concentram grande parte das funções de entrada no mercado, justamente as mais expostas à automação. Isso muda a lógica de formação profissional.

A discussão deixa de ser apenas sobre aprender a usar ferramentas e passa a envolver algo mais profundo: compreender, questionar e aplicar a tecnologia de forma estratégica. Não se trata mais de operar sistemas, mas de saber pensar com eles.

“A Inteligência Artificial já é uma realidade e está transformando o mundo em uma velocidade maior do que conseguimos acompanhar. Por isso, é fundamental que tanto adultos quanto jovens caminhem junto com essa evolução, já que o futuro estará cada vez mais conectado aos avanços tecnológicos”, afirma Marco Giroto, fundador da SuperGeeks, escola especializada em competências para o futuro.

Na educação, essa mudança ganha caráter urgente. Preparar a próxima geração não é apenas ampliar acesso, mas desenvolver maturidade para uso consciente e produtivo da tecnologia.

Os próprios jovens já perceberam isso. Levantamento global da Randstad, divulgado pelo jornal O Globo, mostra que 84% acreditam que dominar a Inteligência Artificial será essencial para conquistar oportunidades de trabalho. 

Ao mesmo tempo, quase metade teme perder espaço para a automação. O receio faz sentido, mas aponta para uma conclusão importante. “O futuro não será definido por quem compete com a tecnologia, mas por quem aprende a trabalhar com ela. Sistemas inteligentes tendem a assumir funções operacionais, enquanto habilidades humanas como interpretação, criatividade e tomada de decisão ganham ainda mais valor”, resume Giroto.

No fim, o diferencial deixa de estar no acesso à tecnologia e passa a estar na forma de uso. O mercado não vai exigir apenas profissionais mais produtivos. Vai exigir gente capaz de entender o contexto, fazer boas perguntas e tomar decisões em ambientes cada vez mais complexos. A Inteligência Artificial muda as ferramentas. O que define quem avança continua sendo a capacidade de pensar.

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