Bolsonaro cancelou compromissos marcados em Santa Catarina e Rondônia, além de uma reunião que aconteceria na sede do PL, em Brasília.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ficará afastado de suas atividades políticas e compromissos públicos durante todo o mês de julho. A decisão segue recomendação médica após uma nova piora em seu estado de saúde, marcada por crises de soluço, vômito e dificuldades para se alimentar e falar.
A suspensão das agendas foi anunciada pelo próprio ex-presidente na noite desta terça-feira (1º), em comunicado enviado a aliados. Segundo ele, uma consulta de emergência levou os médicos a orientarem repouso absoluto.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro também divulgou uma nota oficial assinada pelos médicos Cláudio Birolini e Leandro Echenique, destacando que o ex-presidente deve manter repouso domiciliar completo durante todo o mês. O boletim menciona um “quadro de saúde debilitado após cirurgia extensa, internação prolongada, pneumonia e crises recorrentes de soluço”.
De acordo com a equipe médica, Bolsonaro só deverá retomar suas atividades quando estiver plenamente recuperado. A recomendação inclui o afastamento de eventos políticos e quaisquer outras obrigações públicas.
Nas últimas semanas, o ex-presidente já vinha demonstrando sinais de fragilidade. No final de junho, teve de abandonar um evento em Goiás após passar mal. Em outra ocasião, durante entrevista a uma rádio do interior paulista, não conseguiu concluir a conversa por conta das crises de soluço, que se tornaram frequentes.
Bolsonaro tem atribuído esses episódios aos desdobramentos da facada sofrida em 2018, durante a campanha presidencial. Desde então, passou por múltiplas cirurgias e enfrentou complicações recorrentes relacionadas ao atentado. Agora, permanece em repouso, sem previsão de retorno às atividades.
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